DIVIDIR A DIREITA PARA DEVOLVER O ACRE AO "REIZINHO DA FLORESTANIA"
Por Tancremildo
Maia
"Você é o que você faz, não o que diz que fará." – C.G. Jung
Totalmente
equivocados estão todos aqueles que, de uma forma ou de outra, tentam excluir o
senador Márcio Bittar do processo político, como se ele não fosse de direita.
A
esses, é bom lembrar que o hoje senador Márcio Bittar, juntamente a outros
políticos, passou 20 longos anos lutando para tirar o poder das mãos da
esquerda no Acre,( Frente Popular do Acre - FPA), o que foi conseguido a partir
da campanha vitoriosa de 2018.
Cabe
lembrar, ainda, que por suas ações e posicionamento político no Senado da República,
ele é reconhecido por seus pares — e, principalmente, por seus adversários —
como sendo de direita, inclusive como defensor intransigente do ex-presidente
Bolsonaro e antilulista de carteirinha.
Outro
fator que põe por terra tal falácia é que, por ser de direita e defender seus
princípios, tornou-se um político de estrita confiança do maior líder da
direita no Brasil, o ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Este
chegou, inclusive, a indicá-lo para ser o presidente da comissão mais importante
do parlamento brasileiro: a Comissão Mista de Orçamento (CMO).
Essa
tentativa de isolar o senador reflete a estratégia manjada da esquerda —
capitaneada pelo PT — de carimbar qualquer oposição legítima como
'extrema-direita'. Trata-se de uma bobagem retórica e de uma manipulação
linguística que tenta demonizar o conservadorismo democrático, esvaziando o
debate político real para esconder o próprio radicalismo de esquerda.
Diante
disso, é racional que este grupo reavalie suas posições em relação ao senador
Márcio Bittar, pois criticá-lo é fazer exatamente o que a esquerda deseja no
Acre e no Brasil: dividir as forças conservadoras, derrotar os candidatos ao
Senado do PL e eleger, novamente, o "ex-tudo" Reizinho da
Florestania.
