Brasil

5/cate1/Brasil

Política

5/cate1/Política

Concursos

4/cate2/Concursos

Carros

6/cate3/Carros

Esportes

5/cate4/Esportes

Internacional

5/cate5/Mundo

Economia

4/cate2/Economia

Vídeos

3/cate6/Vídeos

Últimas Notícias

Brasil vence o Uruguai, mas tem dificuldades no 2º teste real após Copa

Suárez e Cavani aproveitaram para fazer Alisson trabalhar

©REUTERS / Peter Cziborra 
No seu segundo teste real desde a disputa da Copa do Mundo na Rússia, a seleção brasileira encontrou dificuldades na vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai, nesta sexta-feira (16), no Emirates Stadium, em Londres.

Do Mundial até aqui, a equipe do técnico Tite havia tido tranquilidade para superar rivais de pouca expressão, como Estados Unidos, El Salvador e Arábia Saudita. A vitória mais apertada veio justamente no primeiro jogo diante de uma seleção de elite: 1 a 0 sobre a Argentina.

Contra os uruguaios, principalmente no primeiro tempo, o Brasil esbarrou na forte marcação adversária.Foram cerca de 30 minutos com a seleção brasileira tentando superar a linha de cinco homens de azul no meio, mais a linha de quatro defensiva. O time trocava passes, mas esbarrava no muro celeste.

Sem conseguir entrar na área do Uruguai, Neymar recuou bastante para tentar iniciar as jogadas de ataque. Por vezes, vinha buscar a bola no pé de Arthur e de Walace, titular na vaga do lesionado Casemiro.

A dupla compôs o meio com Renato Augusto, convocado pela ausência de Philippe Coutinho, também desligado do elenco por lesão.

O trio atuou junto pela primeira vez, o que explica um pouco a dificuldade do Brasil de criar chances claras de gol. O estilo de jogo dos três passa mais pelo passe do que pela projeção ao ataque ou a infiltração pelo meio, característica de Paulinho, por exemplo.

Diante das duas linhas de marcação uruguaias, as trocas de passe se mostraram infrutíferas, obrigando o recuo de Neymar e fazendo com que a seleção apelasse para os chutes de média e longa distância.

Além do camisa 10, Filipe Luís e Walace tentaram abrir o placar nos arremates de longe, mas todos para fora, sem perigo para o goleiro uruguaio Martín Campaña.

Depois de segurar a primeira meia-hora de forte intensidade do Brasil, o Uruguai aproveitou a parte final do primeiro tempo para jogar um pouco mais e tentar agredir a defesa brasileira.

As duas melhores oportunidades da equipe celeste na etapa inicial aconteceram após roubos de bola próximos à área da seleção brasileira, aproveitando a falta de entrosamento dos novos meio-campistas na saída de bola.

Suárez e Cavani aproveitaram para fazer Alisson trabalhar. Na primeira, o atacante do Barcelona (ESP) finalizou de fora da área. Na segunda, encontrou Cavani às costas de Filipe Luís, obrigando o goleiro brasileiro a sair e fechar o ângulo do atleta do Paris Saint-Germain (FRA).

O goleiro do Liverpool (ING), cobrado pelo desempenho discreto na Copa, apareceu bem novamente no início do segundo tempo, espalmando com segurança cobrança de falta de Suárez.

A segunda etapa serviu para Tite dar chance ao volante Allan, do Napoli (ITA), que entrou no lugar de Renato Augusto para fazer sua estreia com a seleção brasileira.

Richarlison, que participou de todas as convocações do treinador desde o Mundial da Rússia, foi a outra mudança no time para a etapa final. O atacante entrou no lugar de Douglas Costa, que celebrou sua volta à seleção depois do episódio da cusparada em um atleta rival em partida do Campeonato Italiano.

O Brasil só conseguiu abrir o placar com um pênalti controverso marcado pelo árbitro inglês Craig Pawson.

Danilo invadiu a área pela direita e tomou um chute do lateral esquerdo Laxalt. Pawson não viu penalidade, mas atendeu ao chamado do bandeira, que orientou o juiz para a marcação do pênalti.

Os jogadores uruguaios reclamaram bastante com o árbitro de um toque de mão de Danilo, que de fato aconteceu após tentativa da defesa uruguaia de afastar a bola.

Neymar foi para a cobrança e deslocou Campaña para marcar seu 60º gol com a camisa da seleção. O camisa 10 é o terceiro maior artilheiro do Brasil na história, atrás apenas de Pelé (77) e Ronaldo (62).

Com a vitória, Tite e sua equipe mantêm os 100% de aproveitamento no período pós-Copa do Mundo da Rússia, com cinco triunfos em cinco amistosos disputados.

A seleção brasileira encerra o ano de 2018 na próxima terça-feira (20), com o jogo contra Camarões, na cidade inglesa de Milton Keynes.

Tite e a comissão técnica vão observando nomes para a disputa da Copa América, no ano que vem, que acontecerá em solo brasileiro. Será o primeiro grande compromisso desde o Mundial.

Estádio: Emirates Stadium, em Londres (ING)

Juiz: Craig Pawson (ING)

Gol: Neymar, aos 30min do 2º tempo

Cartões amarelos: Douglas Costa (B); Torreira, Mathías Suárez, Vecino, Luis Suárez, Cáceres e Cavani (U)

BRASIL

Alisson; Danilo, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Walace, Arthur e Renato Augusto (Allan); Douglas Costa (Richarlison), Roberto Firmino e Neymar. T.: Tite

URUGUAI

Campaña; Mathías Suárez (Lemos), Méndez, Cáceres e Laxalt; Torreira; Pereiro (Jonathan Rodríguez), Bentancur, Vecino (Valverde) e Cavani; Luis Suárez. T.: Óscar Tabárez

NAOM-Com informações da Folhapress


Imprimir


Alguma vaidade; orgulho comedido


Por CLÁUDIO MOTTA-PORFIRO (*)
Escorreguei o corpo suado doído e dormi por sobre as raízes da vaidade. É árvore frondosa e bela, travesseiro muito duro, posto que exige de todos e de cada um sempre e muitos dispêndios materiais, além daqueles que se relacionam à alma. Passaram-se horas a fio. Anos foram engolidos pela poeira do tempo. Não lembro sequer de haver despertado ainda hoje. Como nas palavras do poeta, deitei e hibernei em berço tosco esplêndido elaborado a partir da madeira rústica.
Adianto que não sou orgulhoso. Sou simples até demais na minha vaidade pequeno burguesa. Um humano bem trivial, leve, solidário, às vezes bem magnânimo, com algum sal e uma pitada de pimenta do reino ou malagueta bem ao gosto da freguesa.
Estou entre o macho alfa e o metrossexual, posto que não faço limpeza de pele e muito menos lipoaspiração, como o segundo. Da mesma forma que o primeiro, compreendo as vicissitudes femininas e cedo-lhes carinho a bom preço ou quase de graça. Elas são veneráveis, todas.
Viajei em sonhos de criança, como os demais. Fui por mundos nunca dantes viajados. Vivi a ternura dos tempos juvenis. Tornei-me um louco com prazo determinado e vencido antes da data de validade. Senti nuvens de fumaça invadirem o nariz e o meu mundo entranhado dentro de mim. Avancei um tanto nos anos de vida. Hoje, penso melhor e afirmo que a vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas enquanto sinônimas. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. A Jane Austen deixou registrado, em algum lugar, algo parecido com um aforismo segundo o qual o orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós. Sou assim. Você também é, minha querida Maria Divina.
Foi daí que a moça da janela fez crítica velada em frase simples, modelar e moderninha:
- Ele se acha!
Um dia, então, ganhei músculos que se foram avolumando. Entrara para a academia de musculação com a finalidade de ficar bonito. Não demorou muito e, enfim, consegui. Depois, só bem depois, os objetivos se fizeram outros e um tanto diferenciados. Hoje, já não quero ter beleza apenas. Quero sobreviver. Desejo ir escapando, de mansinho e como quem não quer nada, pelo menos por alguns anos além da cota que me permitirá a natureza viver.
Dia desses, lá, fiz uma observação bem à minha moda. É que eu passo toda a semana malhando o corpo com o intuito de perder a barriga. Sexta, à noite, já penso diferente. Sábado, então, me dá uma saudade aguda da dita cuja pança que ficou nas sombras da academia às escuras. Penso em recuperá-la. Vou à luta, mas nunca a recupero por completo. Ingiro dúzias da bebida retirada da cevada. Esta se faz aliada de petiscos e acepipes de toda ordem. Mesmo assim, o tanquinho também não aparece, o que dá na mesma. O bendito calo andrógino libertino devasso sexual libidinoso nem vai, nem fica. Veja como são as coisas!
Disse-me a Isadora que, para ela, a academia é uma igreja onde o culto é celebrado em louvação ao corpo. Penso quase assim. Um tantão mais pra mais, que pra menos, posto que, lá, corpos esbeltos de belas representantes do belo sexo desfilam e me fazem lembrar do quão magnífica é a natureza cuja obra maior é ter feito mulheres tão perfeitas. Sim, elas são dignas dos melhores renoirs ou picassos desta vida repleta de mais traços e mais rabiscos de eterna sensualidade. Coisa de Deus!
Um hábito puxa um outro. Uma mania simples beija a face de um costume e todos saem de mãos dadas por aí afora.
Daí que já me brotavam alguns fios brancos a me desenfeitar a cabeça. Não os tolerei. Nem os tolero. Então, cometi o primeiro pecado e acrescentei ao culto do corpo a obrigação de passar uma tinta nos cabelos a cada quinzena. Passei a andar de cabelos tingidos com a finalidade de dizer a idade que não tenho. Então, algo me disse que a cabeleira estava tão negra como a aza da graúna, numa alusão ao Alencar. Por isto, hoje uso uma espécie de tintura e shampoo chique que me deixa o cabelo entre o azul escuro, o cinza e o prata perolado. Te mete!
Fui por aí meio folgazão por esta vida afora. Agora, então, acrescentei mais um pequeno crime contra a mãe natureza. Passei a adotar os miraculosos cremes faciais que dizem retardar as rugas. Nada. Uso apenas protetor solar porque a pele do rosto é fina demais. Trata-se, verdadeiramente, do grande remédio contra os danos que a idade nos prega mesmo no meio do semblante físico já um tanto castigado.
Com relação às unhas, o cuidado das tais fica por conta dessa partner e namorada que me acompanha por estes ditosos dias.
Entre uma coisa e outra, passei a adotar um vestuário bem em conformidade com os ditames da tal moda. Entendo pouco de boutiques e tudo o que compro segue os conselhos de algumas itinerantes muito cheias de ideias, palavras, sotaques e trejeitos - tagarelas mesmo! - que vão dizendo coisas do tipo:
- Aquela camisa de malha e mangas longas veste muito bem. Acho que essa calça de pernas estreitas tem um caimento perfeito. O modelo está sendo muito usado em Milão. Camisas de tecido, também de mangas longas e dobradas até acima de cotovelo dão um toque bem despojado, isto, se forem aliadas a tênis brancos sempre bem limpos.
Tenho, sim, aprendido a arte de ser vaidoso quase por completo.
Certo é que todo este conjunto de atitudes e manias acima descritas me fazem jovial, dão à minha fisionomia e ao conjunto geral da obra algumas características que levam muitos a dizerem que ainda não passo das quarenta voltas. É mole?!
Mas daí é que vem um único fator negativo no ser vaidoso. Percebo que, no trabalho, algumas pessoas simplesmente dizem que, pela cara sem rugas, a silhueta do corpo um tanto esbelto e pelos cabelos tingidos, eu não tenho a idade que digo, não estou cansado de trabalhar e que sou mais ou menos um desocupado a mais a contar as estrelas de um céu inexistente. Só que poucos são aqueles que observam que as rotinas diárias já me levam à exaustão e, à noite, o físico pede uma atitude relax e a alma fica sorridente, meio sem querer e já querendo ir por aí dar um giro por estas praças e bares da vida divertida e cheia de prazeres inomináveis.
Não sou adepto da clara de ovo e muito menos da batata doce. Já nem gosto de músculos protuberantes. Não preciso deles. Aprecio bem mais a tapioca. Os suplementos alimentares têm um quê de fantasiosos ou, quem sabe, venenosos. O tempo o dirá.
Voltaire, um pensador francês do século dezoito, uma vez me disse alguma coisa segundo a qual Deus concedeu-nos o dom de viver; compete-nos apenas buscar viver bem.
É o que tenho feito.
__________
(*) Escritor. Autor do romance O INVERNO DOS ANJOS DO SOL POENTE, disponível através dohttps://www.facebook.com/claudio.porfiro >



Sai a exoneração de Sérgio Moro


O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, assinou agora a tarde (16) o ato de exoneração do juiz federal Sérgio Moro, que terá vigência a partir de segunda-feira (19). Thompson Flores recebeu, pela manhã, o pedido de exoneração do titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em 1º grau.

Moro relatou no documento que é notório o convite e o aceite para assumir como ministro da Justiça a partir de janeiro de 2019, bem como o seu pedido de férias até a posse. Escreveu também: “Houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo”.

O juiz federal ponderou: “Embora a permanência na magistratura fosse relevante ao ora subscritor por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto no qual há ameaças, não pretendo dar azo a controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”.

“Assim, venho, mais uma vez registrando meu pesar por deixar a magistratura, requerer a minha exoneração do honroso cargo de juiz federal da Justiça Federal da 4ª Região, com efeitos a partir de 19/11/2018, para que eu possa então assumir de imediato um cargo executivo na equipe de transição da Presidência da República e sucessivamente ao cargo de Ministro da Justiça e da Segurança Pública”, declarou Moro.

“Destaco meu orgulho pessoal de ter exercido durante 22 anos o cargo de juiz federal e de ter integrado os quadros da Justiça Federal brasileira, verdadeira instituição republicana”, finalizou Sérgio Moro.

Ilusão Perdida



Por Márcio Accioly (*)

Em 2006, a produção “A Vida dos Outros”, dirigida pelo alemão Florian Henckel, ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro ao mostrar o dia-a-dia na Alemanha Oriental e o horror do comunismo. A história gira em torno de casal formado por um dramaturgo e uma atriz, no exercício interminável para se livrar dos males do regime.

No mundo, a história é assim: sempre se repetindo. No Brasil, estamos saindo de regime de comunismo-roubalheira e assalto aos cofres públicos, comandado pelo petista Lula da Silva, mas gente da classe média ainda o defende. Supostos “intelectuais” batem palmas para hediondos crimes por ele e por seu grupo cometidos, um dos quais a tortura e assassinato do então prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel.

Vizinho do Brasil, na Venezuela, temos o exemplo implantado por Hugo Chávez e Nicolás Maduro, dois criminosos assassinos e ladrões dos cofres públicos, ferozmente defendidos e recomendados por Lula da Silva, através de vídeos de apoio produzidos ao longo de fraudadas campanhas eleitorais.

Ninguém, em sã consciência, poderá desejar ao Brasil cenário similar ao que se desenrola na Venezuela. A ex-primeira-ministra (1979-90) do Reino Unido, Magareth Thatcher, disse certa feita que “-O comunismo termina quando acaba o dinheiro dos outros”. Nada mais exato! Comunistas, vigaristas, esquerdopatas e esquerdoides são preguiçosos que adoram se nutrir da seiva do trabalho alheio.

Aponte-se, na Europa, coisa útil deixada por ditos regimes de esquerda. Observe-se Cuba, depois de revolução de 60 anos, com a pobreza extrema instalada, a fome grassando e a economia desustruturada e sem nada produzir. Mas não falta quem releve a “pureza” de regime que vive apenas de propaganda vazia.

Segundo os cânones de Lênin, a base de tudo é “agitação e propaganda”. “Acuse os seus adversários daquilo que você é”, dizia, “culpe-os dos crimes que você pratica”. E essa tática, depois da Revolução Soviética (1917), durou até o fim do comunismo que tem como referência a queda do muro de Berlin, em 6 de novembro de 1989.

A literatura é vasta e detalhada, com biografias memoráveis de Stálin e textos sobre crimes terríveis praticados por Che Guevara, bandoleiro elevado pelos esquerdistas à condição de santo! O aparelhamento do estado brasileiro, realizado com maestria e denodo nos últimos 16 anos, não nos deixa margem para otimismo, em função de hábitos crônicos do analfabetismo que permeia céu aberto.

Mas quem quiser visão mínima do comunismo veja o filme de Florian Henckel. Vale a pena! Pode servir até mesmo como despertar para alguns milhões de imbecis que infestam o nosso cotidiano. Caso contrário, mudem-se para Cuba ou para a Venezuela.

(*) Márcio Accioly é jornalista


Aproveite Vagas Abertas! para Assembleia Legislativa do Estado de Goiás / GO - ALEGO, para o cargo de Analista Legislativo

42 Vagas + 53 vagas para formação de cadastro reserva, Concurso público para Assembleia Legislativa do Estado de Goiás / GO - ALEGO, para o cargo de Analista Legislativo (Conteúdo Comum a Todas as Categorias). Com remuneração de R$ 7.931,53. Para concorrer à vaga o candidato deve possuir nível superior.

As inscrições no período de 18 de novembro de 2018 a 27 de dezembro de 2018 no site da IADES. A taxa de inscrição é de R$ 100,00. A prova está prevista para ser realizada no dia 20 de janeiro de 2019, na cidade de Goiânia.



Vagas Abertas! 35 Vagas para Assembleia Legislativa do Estado da Bahia / BA – ALBA

35 Vagas Concurso público para Assembleia Legislativa do Estado da Bahia / BA – ALBA, para o cargo de Técnico Legislativo - Administrativa. Com remuneração de R$ 4.118,67 e carga horária de 40 horas semanais. Para concorrer à vaga o candidato deve possuir nível médio.

As inscrições até 16 de novembro de 2018 no site da FGV. A taxa de inscrição é de R$ 66,00. A prova está prevista para ser realizada no dia 16 de dezembro de 2018, na cidade de Salvador.