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Empresário e representantes do Estado debatem medidas para a terceirização durante a pandemia de coronavírus



O empresário Jebert Nascimento, que é diretor administrativo do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis do Acre (Seac), se reuniu com representantes do Estado para debater medidas à terceirização no Acre durante a pandemia de coronavírus, causador da doença Covid-19. Com mais de 20 casos em Rio Branco, o governo decretou situação de emergência e suspendeu todos os serviços não essenciais. Entretanto, nenhuma medida foi adotada em relação ao setor até então.

Jebert reuniu com o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Ricardo Brandão, e o secretário adjunto da pasta Guilherme Duarte. O diretor administrativo do Seac foi acompanhado pelo presidente da entidade sindical, Bruno Moraes, e o deputado estadual Fagner Calegário (PL). Ele explica que a ideia é evitar que ocorra demissões em massa dos trabalhadores que atuam na prestação de serviços aos órgãos públicos caso haja plena suspensão de contratos em andamento.

“Por meio do sindicato solicitamos esta reunião e encaminhamos um ofício com diversas sugestões para que essa crise de saúde não gere mais desemprego, afinal, são 15 mil trabalhadores terceirizados em todo Acre. Entre as propostas feitas no documento, solicitamos a criação de um comitê de crise com participação de representantes do governo e empresários da área para traçarmos soluções conforme o comportamento dessa epidemia no estado”, explica o empresário.

Além do comitê, o documento entregue à Seplag também solicita ajustes na Planilha de Custos e Formação de Preço (PCFP), diminuição das horas e contratos sem causar demissões, remanejamento de pessoal entre as secretarias e órgãos do Estado, análise jurídica e econômica, pagamento de repasses atrasados correspondentes a alguns meses de 2018, 2019 e deste ano, além da inserção de representantes da terceirização no grupo de trabalho criado pelo governo para lidar com a epidemia do novo coronavírus no estado.

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O homem de ferro imune a qualquer gripezinha – Por Júlio César Cardoso


O presidente Jair Bolsonaro, -  com todo o respeito àqueles obcecados, que só veem virtudes no “capitão” e são incapazes de reconhecer os seus erros – caminha na contramão da comunidade científica médica mundial porque é teimoso, soberbo ao extremo, imodesto e muito pretensioso à reeleição, à qual expressou com todas as letras na campanha presidencial  de 2018 que não seria candidato, respeitando, assim,  o famigerado  “fio de bigode”.  

Israel, EUA, Suíça, Reino Unido, Nova Zelândia, França,  Itália, Índia, Argentina, Espanha, Paraguai recomendam a quarentena em casa.

Agora, se você acha que o “capitão” - o homem de ferro imune a qualquer gripezinha -  tem conhecimento científico maior do que  a Organização Mundial da Saúde, então, continue a seguir os desatinos de JB. Lembrando que a vida, neste momento de caos mundial, é mais importante que a economia.  A vida depois que se perde não se recupera mais. A economia, ao contrário,  é perfeitamente recuperável.
Ninguém pode ignorar os efeitos danosos da quarentena na vida da sociedade e nos meios de produção, que  terão reflexos  principalmente  nos indivíduos desempregados, nas camadas de rendas mais baixas,  nos trabalhos informais, nas  pequenas e micro empresas.

Numa situação de quase estado de guerra  o Governo tem de abrir os cofres para socorrer o país, mesmo desrespeitando a política fiscal. Os EUA, por exemplo, aprovou um pacote de 2 trilhões de dólares para combater o coronavírus.

Vejam algumas considerações de Ashutosh Pandey, da Deutsche Welle, autor do artigo “O que é pior para a economia: coronavírus ou crise global de 2008?”,  publicado por UOL  Notícias.

Os efeitos da paralisação econômica pela pandemia de coronavírus são comparados à crise financeira global. Em setores como o aeroviário, os estragos já são consideráveis, mas para outros as perspectivas são mais otimistas. A reviravolta reaviva lembranças da crise financeira global de 2008, com papos de recessão, carnificina nos mercados globais de ações, governos e bancos centrais afrouxando os cintos.

A pandemia, que tem acabado com milhares de vidas por todos os continentes, praticamente paralisou a economia mundial, com milhões em quarentena e as cadeias de suprimento globais em estado de caos, devido aos estragos extremos causados pelo vírus na China, a fábrica do mundo.

A maior parte dos analistas não aceita que o quadro seja tão desolador, e prediz que a economia global se recuperará rapidamente na segunda metade de 2020, contanto que até então o surto tenha se dissipado.
Segundo o analista Stefan Kooths, diretor de previsões do Instituto de Economia Mundial da Universidade de Kiel, na Alemanha, “Mesmo que a crise do coronavírus resulte numa implosão profunda, em termos de produção, as chances de sair desta recessão mais cedo do que mais tarde são muito melhores do que na crise econômica global”.

Júlio César Cardoso
Servidor federal apossentado
Balneário Camboriú-SC

*Deputada Perpétua Almeida modifica emendas e garante mais de R$ 6 milhões para enfrentamento ao coronavírus no Acre, totalizando R$ 14 milhões para a Saúde*



A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) definiu, nesta semana, uma mudança na destinação das emendas e transferiu outros R$ 6,2 milhões para o combate ao coronavírus, totalizando mais de R$ 14 milhões para a Saúde no Acre.

Com a priorização das emendas para a Saúde, o estado terá mais ferramentas para atender a população e garantir que o Acre passe por essa pandemia com recursos disponíveis.

“Já havíamos destinado R$ 8 milhões para a Saúde da Mulher e agora vão outros R$ 6,2 milhões para o enfrentamento ao coronavírus. Suspendemos outras emendas como a construção de moradias, ruas e calçadas porque entendemos que não há nada mais urgente que a saúde das pessoas”, disse Perpétua.

Portal da Transparência divulga gastos federais específicos para combate ao novo coronavírus


Usuários podem consultar, diariamente, recursos do orçamento e a execução de despesas relacionadas à ação do Governo Federal

O Portal da Transparência, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU), divulga os valores orçamentários e a execução de despesas do Governo Federal relacionados especificamente ao enfrentamento da pandemia de coronavírus em todo o país. Por meio da ação orçamentária “21C0”, é possível consultar e detalhar gastos diretos, bem como transferências aos Estados e municípios.

Até esta quarta-feira (25), data da última atualização, foram empenhados cerca de R$ 2,01 bilhão, com destaque para as transferências de R$ 1,21 bilhão aos fundos municipais de saúde (detalhar) e de R$ 424 milhões dos fundos estaduais (detalhar), essa última com recursos já liquidados e pagos. Já em valores orçados, o Governo Federal prevê - até o momento - a destinação de mais de R$ 5,11 bilhões para a ação “21C0”, sendo R$ 2,75 bilhões ao programa de “Atenção Especializada à Saúde” por parte do Ministério da Saúde.

Os dados das consultas “Despesas Públicas” e “Orçamento” são atualizados diariamente no Portal da Transparência, tendo como fonte de informação o Tesouro Gerencial. Cabe ressaltar que os gastos registrados na ação orçamentária específica “21C0” não representam todos os investimentos do Governo Federal no combate à pandemia, já que os vários órgãos envolvidos podem executar despesas por meio de outros programas e ações já previstas no orçamento. 

Controle Social

Com a divulgação dos gastos específicos relacionados à atual emergência de saúde pública, a CGU reforça a importância da transparência para fortalecimento do controle social, além dos principais pressupostos do Portal, que são: reunir e disponibilizar, num único local, informações financeiras e orçamentárias provenientes de diversos sistemas governamentais; apresentar dados em linguagem cidadã para simplificar o entendimento sobre os dados fornecidos; e identificar, o mais próximo possível, o favorecido final dos recursos públicos federais.



Governo anuncia R$ 40 bi para financiar salário do trabalhador de pequenas e médias empresas



O governo federal anunciou nesta sexta-feira 27, uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai ajudá-las a pagar os salários de seus funcionários pelo período de dois meses.

Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, ou seja, R$ 40 bilhões em dois meses.

Feito no Palácio do Planalto, o anúncio ocorre após o aumento da pressão sobre Bolsonaro para que adote medidas semelhantes às vistas em outros países para facilitar medidas como o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reduzir o crescimento no número de doentes pela covid-19.

"Imprensa tem feito o bom combate no enfrentamento do Covid-19",diz Vanda



A deputada Vanda Milani (Solidariedade) elogiou o trabalho de toda a imprensa, especialmente a acreana, ao levar a informação isenta e indispensável neste momento de união de toda a sociedade no combate à disseminação do novo coronavírus."Temos visto um esforço comum de profissionais dedicados que valorizam a informação jornalística,criando um ambiente altamente confiável",disse.A parlamentar ressaltou  ainda que a prevenção "é o melhor remédio".
Recursos

Vanda Milani destacou ainda que o Governo Federal começou a liberar mais recursos para o combate ao coronavírus em todos os estados. "E o ministro Mandetta tem dado especial atenção ao Acre".

A parlamentar  reiterou que é fundamental continuar com as medidas que limitam participação em massa e manter o foco nos protocolos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde(OMS).Por fim, Vanda Milani defendeu, uma vez mais, a calma e o equilíbrio para poder salvar a saúde pública e financeira de todos."Com fé em Deus venceremos esta batalha",concluiu.



PREVENÇÃO AO COVID-19 Senadora Mailza autoriza R$ 2 milhões de suas emendas já pagas à Sesacre para combate ao coronavírus e proteção aos profissionais da saúde

Devido coronavírus, a parlamentar pediu ao secretário estadual de Saúde Alysson Bestene que os recursos fossem investidos na compra de equipamentos de proteção para profissionais da saúde no Acre


A senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) autorizou junto à Secretaria Estadual de Saúde do Acre – Sesacre – que os R$ 2 milhões de emendas parlamentares individuais de sua autoria já pagos ao estado sejam usados para compra de equipamentos para os profissionais de saúde que trabalham diariamente nas ações de combate ao coronavírus no Acre.

A parlamentar sugere que o recurso já disponível seja utilizado para “prevenção à propagação do Covid-19 nos profissionais de saúde do Acre” e pede que os “recursos sejam voltados para aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os que lidam diretamente com pacientes acometidos do coronavírus”. Mailza também destacou que é necessário aquisição de equipamentos para UTI como respiradores mecânicos e equipamentos de suporte à vida.

“A vida e a saúde dos profissionais que lidam diariamente com pessoas infectadas me preocupa. Pedi ao secretário de Saúde, Alysson Bestene, que a compra de EPIs para os profissionais da saúde seja prioridade. Além da rotina pesada, eles necessitam estar protegidos, pois estão a linha de frente no combate à doença. Neste momento, é fundamental aumentar a proteção para enfrentar a situação”, ponderou a parlamentar.

Os chamados EPIs — equipamentos de proteção individual — para profissionais de saúde são compostos por gorro, óculos de proteção ou protetor facial, máscara, avental impermeável de mangas longas e luvas.