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No Grande Círculo, Andrés Sanchez diz que Palmeiras é o grande rival, mas Flamengo o adversário institucional



O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, é o entrevistado do programa Grande Círculo, do SporTV, nesta semana. Durante a sabatina, o dirigente comentou sobre diversos assuntos, do futebol à política, e falou sobre os principais adversários do Timão.


Para Andrés Sanchez, Flamengo e Palmeiras são os principais oponentes do Corinthians, mas de formas diferentes:


– É diferente. O Palmeiras é nosso grande rival, mas o Flamengo, institucionalmente, é o nosso adversário. O Flamengo tem que crescer a torcida todo ano, e eu tenho que crescer a minha. Os outros, também, mas para chegar no Flamengo e no Corinthians vão demorar muito. Então, minha disputa é com Flamengo, institucionalmente falando. No campo, é óbvio que o Palmeiras, para mim, ainda é o maior rival – declarou.


No programa, Andrés também destacou o potencial financeiro dos dois rivais e disse que "uma hora a conta chega". Por outro lado, o presidente do Corinthians relembrou o projeto que levou à contratação de Ronaldo Fenômeno, no fim de 2008, com o Timão recém-saído da Série B:


– Era um risco (...). O Corinthians não precisava do Ronaldo para nada no Brasil, mas muito para fora. O Ronaldo era indiferente aqui dentro, e não precisava de nada para fora. Foi um case, um casamento perfeito, e ele jogou muito bem.


A entrevista completa de Andrés Sanchez você assiste no SporTV, neste sábado, às 23h (de Brasília).


Equilíbrio alcançado [Coluna Fernando Calmon]


O programa IncentivAuto do governo de São Paulo para estimular a produção de veículos no Estado pode parecer que se trata de uma guerra fiscal, mas não é. Afinal, além das contrapartidas obrigatórias, a intenção foi apenas se aproximar – não superá-las – das condições já oferecidas por outros Estados. Até o momento, infraestrutura de transporte e logística, mão de obra especializada e grande parque de fornecedores em São Paulo haviam sido suficientes para dispensar a renúncia de impostos.

[Leia Mais]

Temer é 'chefe da organização criminosa', dizem Justiça Federal e MPF



O ex-presidente Michel Temer, preso nesta quinta-feira 21, pela operação Lava Jato, foi apontado pelo juiz federal Marcelo Bretas como chefe de uma organização criminosa que atua há 40 anos no Rio de Janeiro.
“Michel Temer é o líder da organização criminosa a que me referi, e o principal responsável pelos atos de corrupção aqui descritos”, afirmou o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, na sentença que determinou a prisão de Temer.
Além de Bretas, o MPF (Ministério Público Federal) classificou Temer como “líder de uma organização criminosa” que praticou desvios e recebeu propina de empresas em troca de contratos na usina de Angra 3, feitos com a estatal Eletronuclear.

O ex-ministro de Minas e Energia Moreira Franco também foi preso preventivamente, bem como o coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, amigo do ex-presidente, e outras cinco pessoas. Outros dois investigados foram presos temporariamente.
As prisões preventivas foram pedidas pelo MPF e determinadas por Bretas, no âmbito das operações Radiotiatividade, Pripryat e Irmandade, desdobramentos da Lava Jato e que investigam os pagamentos ilegais a políticos durante a construção da usina nuclear.
PROPINA DE R$ 1,8 BILHÃO
Segundo o MPF, os presos são investigados pelos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. As investigações apontaram que foram pagos ou prometidos 1,8 bilhão de reais em propinas à organização criminosa que seria liderada por Temer.
“Após celebração de acordo de colaboração premiada com um dos envolvidos e o aprofundamento das investigações, foi identificado sofisticado esquema criminoso para pagamento de propina na contratação das empresas Argeplan, AF Consult Ltd e Engevix para a execução do contrato de projeto de engenharia eletromecânico 01, da usina nuclear de Angra 3”, afirma a nota do MPF.
Segundo a nota, as investigações também apontaram que o alegado grupo criminoso procurou atuar para atrapalhar as investigações por meio de ações de contrainteligência, de versões combinadas entre suspeitos e de documentos forjados para despistar os investigadores.
A DENÚNCIA
Na investigação, são apurados crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, em razão de possíveis pagamentos ilícitos feitos por determinação do empresário José Antunes Sobrinho, da empresa de engenharia Engevix, para o grupo criminoso, supostamente liderado por Michel Temer, bem como de possíveis desvios de recursos da Eletronuclear para empresas indicadas pelo referido grupo.
De acordo com o MPF, foi identificado sofisticado esquema criminoso para pagamento de propina na contratação das empresas Argeplan, AF Consult Ltd e Engevix para a execução do contrato de projeto de engenharia eletromecânico 01, de Angra 3.
A Eletronuclear contratou a empresa AF Consult Ltd, que se associou às empresas AF Consult do Brasil (que tem a participação da Argeplan) e Engevix. A Argeplan seria ligada a Michel Temer e ao coronel Lima, de acordo com o MPF.
OUTRAS PRISÕES
A Justiça Federal também determinou as prisões preventivas da esposa do coronel Lima, Maria Rita Fratezi; do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear; da filha de Othon, Ana Cristina da Silva Toniolo; de Carlos Alberto Costa; de Carlos Alberto Costa Filho; de Carlos Alberto Montenegro Gallo; e de Vanderlei de Natale. Também foram determinadas as prisões temporárias de Rodrigo Castro Alves Neves e Carlos Jorge Zimmermann.
Moreira Franco é acusado de “interceder e influenciar na contratação” das empresas envolvidas no esquema. Além dele, conforme o MPF, também participaram da “viabilização de empreitadas criminosas” Carlos Alberto Costa, Carlo Aberto Costa Filho, o ex-almirante Othon Luiz Pinheiro, Ana Cristina, Maria Rita Fratezi e Carlos Alberto Gallo. Eles eram sócios das empresas utilizadas na arrecadação de “vantagens indevidas”.
DEFESAS
Em nota, a defesa de Moreira Franco manifestou “inconformidade com o decreto de prisão cautelar”. Para os advogados, a medida não é necessária, pois ele “encontra-se em lugar sabido, manifestou estar à disposição nas investigações em curso, prestou depoimentos e se defendeu por escrito quando necessário”. A defesa diz que a ordem de prisão “causa estranheza” por ser de um juiz “cuja competência não se encontra ainda firmada, em procedimento desconhecido até aqui”.
Por telefone, Temer conversou com o jornalista Kennedy Alencar, da CBN, no momento em que era preso pela PF e classificou a determinação de Bretas como “uma barbaridade”.
Em nota, o MDB criticou a prisão de Temer. “O MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa”. Informações do Yahoo.




Ex-ministro Moreira Franco é preso no Rio. Padilha é alvo de mandados de busca.



Agentes da Polícia Federal prenderam o ex-ministro Moreira Franco nesta quinta-feira (21), no Rio de Janeiro, segundo informações da GloboNews.
Moreira Franco foi alvo de mandado de prisão preventiva emitido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Ele foi ministro da Secretaria-Geral da Presidência e de Minas e Energia no governo Temer. Mais cedo, o ex-presidente Michel Temer também foi preso. O ex-ministro do MDB Eliseu Padilha é alvo de mandados de busca.
O MDB divulgou um comunicado em que fala sobre as prisões:
"O MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa ."


TJAC fecha parceria para novas atividades destinadas aos reeducandos



O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) fechou nova parceria social destinada aos reeducandos com processo criminal em andamento na Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas (Vepma) de Rio Branco. A parceria foi feita com a Comunidade São Marcos, da Cidade do Povo, nesta quarta-feira, 20.
Com o acordo, os reeducandos em regime aberto e alternativas penais, moradores do bairro, terão de participar, obrigatoriamente, de algumas atividades desenvolvidas pela comunidade religiosa e terão que ajudar com mão de obra no local como, por exemplo, na manutenção da horta e capinagem.
“As parcerias são fundamentais para instrumentalizar as ações. É uma política pública institucional, que o Tribunal de Justiça coloca em prática através de diversas atividades”, disse a juíza-auxiliar da Presidência, Andréa Brito, que esteve na Cidade do Povo acompanhada do diretor de Gestão Estratégica do TJAC, Euclides Bastos, e da equipe multidisciplinar da Vepma.
A juíza, que também é titular da Vepma de Rio Branco, ressaltou que esse formato de penas é para os reeducandos adquirirem conhecimento e buscar mecanismos para que eles se reintegrem no mercado de trabalho, à sociedade e às famílias.
“É uma alegria muito grande participar desse projeto. É um projeto que vemos resultado, pois a reincidência é muito baixa”, completou.
O padre Massimo Lombardi, coordenador da comunidade, apresentou as ações sociais feitas pelo centro e se dispôs a apresentar projetos, para avaliação por parte do Poder Judiciário Acreano, para a comunidade ser beneficiada pelo fundo das penas pecuniárias.
“Toda quarta-feira fazemos um almoço comunitário. Muitas famílias carentes participam. Hoje foram cem pessoas. Temos ainda dois grupos de aula de violão. Toda essa atividade é feita por meio de parcerias com instituições privadas, o Mercale doa alguns alimentos, e públicas. O TJAC só vem somar esse trabalho social que fazemos em prol das famílias”, enfatizou.
Caso o projeto seja aprovado para receber benefício do fundo das penas pecuniárias, a Comunidade São Marcos pode ter as atividades ampliadas para oferecer cursos profissionalizantes aos frequentadores. (GECOM-TJAC)


Projeto de Lei de Mara Rocha diminui o custo de energia elétrica na Região Norte



O crescimento econômico e o consumo da energia elétrica sempre foram assuntos correlacionados nas sociedades modernas, visto que para o crescimento econômico é necessário o aumento no consumo de energia. Justamente por esse fator, o desenvolvimento do Acre e de toda Região Norte se encontra travado, pois a região possui uma energia elétrica cara e ruim.

Pensando nisso, a Deputada Federal Mara Rocha (PSDB/AC) apresentou o Projeto de Lei  nº 1529/2019, determinando que a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) passe a reembolsar, também, cada uma das concessionárias e permissionárias de prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica situada na Região Norte.

“Nossa energia elétrica é uma das mais caras do país, cada acreano está trabalhando, basicamente, para pagar a conta de energia. Justamente por isso pensei nesse Projeto de Lei, que encontra uma fórmula para equiparar o custo da energia elétrica da Região Norte ao resto do país”, informou.

Mara Rocha explicou que a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) “é um encargo do setor elétrico brasileiro, pago por todas as concessionárias de distribuição e de transmissão de energia elétrica, de forma a subsidiar as usinas termelétricas. Não estamos criando um novo subsídio, apenas formatado o subsídio atual para que atenda à Região Norte, de forma a que não continuemos a ser a região com o maior custo, acima da média nacional”.

Na justificativa do Projeto de Lei a parlamentar tucana enfatiza que  a Região Norte, a menos desenvolvida do país, arcando com as maiores tarifas de energia elétrica vigentes no território nacional. Como a eletricidade é insumo essencial em qualquer cadeia produtiva, essa situação acaba gerando o baixo desenvolvimento econômico da região.

O Projeto prevê que a Conta de Consumo de Combustíveis venha a reembolsar a diferença entre a tarifa média vigente nas distribuidoras da Região Norte e a tarifa média correspondente às demais regiões do Brasil. “O Projeto trará vantagens relativas para a Região Norte, mas apenas uma condição de igualdade com as demais regiões. É importante lembrar que, apesar de possuirmos tarifas locais elevadas, a região é grande exportadora de energia elétrica de baixo custo, o que favorece o desenvolvimento de todo o país” finalizou Mara Rocha.

Ex-presidente Michel Temer é preso pela Lava-Jato

Ex-ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, também foi detido
Ex-presidente foi levado ao Aeroporto de Guarulhos, de onde embarcará para o Rio de Janeiro em avião da Polícia Federal/Reprodução/ Globo News 

Guarulhos (SP) - O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, foram presos nesta quinta-feira (21) pela força-tarefa da Operação Lava-Jato do Rio de Janeiro. A ação é um desdobramento da Operação Radioatividade, que investiga desvios nas obras da Usina de Angra 3 e tem como base a delações do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB, e do empresário José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. 

Na ação, a Polícia Federal cumpre mandados contra mais seis pessoas, entre elas empresários. O ex-presidente foi preso preventivamente em São Paulo e levado para o Aeroporto de Guarulhos, de onde será levado ao Rio de Janeiro em um avião da PF. Na capital fluminense, Temer fará exame de corpo de delito no IML.colaboração de Funaro tem 29 anexos sobre detalhes de como teria funcionado o esquema de corrupção no Congresso, chefiada por caciques do PMDB. Entre eles, os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, preso em Curitiba, e Henrique Eduardo Alves. Além deles, os ex-ministros Geddel Vieira Lima (preso há seis meses), Moreira Franco e do ex-vice governador do Distrito Federal Tadeu Filippeli, que foi assessor especial do gabinete de Temer.