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ATAQUE COVARDE AO JORNALISTA CHICO MELO AMEAÇA ESTABILIDADE POLÍTICA DO JURUÁ

 

Imagens/Redes Sociais

Rapidinhas com UrtigaDoJuruá

Gontran Neto 22, julho 2026

EM DEFESA DA LIBERDADE DE IMPRENSA NO JURUÁ

Eu, Gontran Neto, jornalista e proprietário do Blog Urtiga do Juruá, venho a público manifestar meu mais veemente repúdio e indignação diante do covarde ataque sofrido pelo jornalista e radialista Chico Melo. O profissional teve sua residência invadida, sendo vítima de agressões físicas e ameaças diretas. Este blog, conhecido por sua linha política crítica, reitera que qualquer atentado contra um comunicador é uma tentativa de silenciar o livre pensamento na nossa região

UMA TENTATIVA DE SILENCIAMENTO DO JORNALISMO CRÍTICO

Chico Melo é reconhecido por sua atuação firme no rádio, onde exerce o papel fundamental de informar a população e fiscalizar o poder público. O atentado perpetrado contra ele não representa apenas uma violência individual inaceitável, mas sim uma grave e direta tentativa de calar a verdade e amedrontar a imprensa local.

A EXTREMA GRAVIDADE DA AGRESSÃO

A violência e a intimidação contra comunicadores são práticas bárbaras que atacam os pilares fundamentais da democracia. Não podemos aceitar de forma alguma que o legítimo direito de informar a sociedade seja respondido com agressão física e invasão de propriedade. Trata-se de um crime que exige apuração rigorosa.

SOLIDARIEDADE IRRESTRITA E COMPROMISSO COM A VERDADE

Presto minha total solidariedade ao colega Chico Melo, aos seus familiares e a toda a sua audiência neste momento difícil. Reafirmo que a liberdade de imprensa e o direito à informação são valores inegociáveis. Continuaremos firmes no compromisso com a verdade e o jornalismo livre.

A FRUTA NÃO CAI LONGE DO PÉ

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, parece não ter aprendido a lição e repete o mesmo modus operandi do pai ao atacar as urnas eletrônicas brasileiras. Em reunião com um grupo de diplomatas, ele levantou suspeitas sem provas e disseminou fake news ao afirmar que muitas das máquinas utilizadas nas eleições no Brasil pertenceriam à empresa venezuelana Smartmatic, alegação que já foi formalmente desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

SEM PULSO FIRME DA JUSTIÇA, O CAOS SE REPETIRÁ

Pelo andar da carruagem, se a Justiça não agir com pulso firme, seremos empurrados novamente para o mesmo caminho que culminou no 8 de janeiro de 2023, gerando ainda mais tumulto e instabilidade institucional.

DA CRÍTICA FEROZ À NEGAÇÃO ABSOLUTA

Tornou-se recorrente no debate político nacional o uso de um padrão de comunicação previsível: após a veiculação de declarações contundentes e controversas, porta-vozes vêm a público alegar que as falas teriam sido "retiradas de contexto".

FOI O QUE VOLTOU A OCORRER RECENTEMENTE.

Diante da repercussão das declarações do senador Flávio Bolsonaro questionando a higidez das urnas eletrônicas, membros de sua equipe de campanha apressaram-se em negar o teor das críticas. Segundo a nova versão apresentada pela assessoria, o objetivo do parlamentar não seria atacar a segurança do sistema eleitoral, mas tão somente defender a presença de observadores internacionais no pleito.

A DESCONFIANÇA CONTRA O SISTEMA ELEITORAL PERMANECE VIVA

A tentativa de reinterpretar o que foi dito, contudo, esbarra no registro público dos fatos. O recuo retórico busca suavizar o impacto político, mas não apaga o questionamento levantado contra as instituições eleitorais.

A DINÂMICA INCONSTANTE DAS FORÇAS ELEITORAIS

Uma dinâmica instigante se desenha no cenário político do Acre. Jéssica Sales, que liderou as pesquisas de intenção de voto durante toda a disputa pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul antes de ser derrotada nas urnas, ressurge agora como pré-candidata a vice-governadora. O grande dilema, contudo, é a composição de uma chapa que patina, e simplesmente não ganha tração.

O VOO CEGO

O contraponto se torna ainda mais evidente na liderança da disputa. O senador Alan Rick, que lidera as intenções de voto, além de parlamentares do PP e nomes do MDB e do governo, foram os principais responsáveis pela derrota de Jéssica em 2024. Resta saber se o novo desenho das forças políticas trará a chance de uma resposta nas urnas ou se a estratégia atual resume-se a um voo cego rumo ao desgaste de um projeto que não sai do lugar.

 


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