ARRASCALIXTO: O ARRASCAETA DE ALAN RICK
Rapidinhas com UrtigaDoJuruá
Neto Gontran18, março 2026
MANDA QUEM PODE: A BASE VAI ESPATIFAR?
Uma "abelha" bem-posicionada na colmeia da capital zumbiu um alerta preocupante para alguns aliados : o núcleo duro do Palácio, Luiz Calixto, que estão chamando de: Arraxcalixto, o Arrascaeta do Alan Rick, e Jonathan Donadoni (Casa Civil), junto a Aberson Carvalho (Educação), parece estar conduzindo a candidatura da vice-governadora Mailza Assis para um barco à deriva.
A TRÍADE DE CONFIANÇA
Segundo os boatos, a tríade de confiança do governador Gladson Cameli tem pecado pela empáfia e soberba, afastando aliados essenciais na formação da chapa. O diagnóstico é severo: Se esses "atores sem Oscar" não forem contidos, o isolamento será inevitável.
RISCO DE ESVAZIAMENTO
O PP corre o risco de sofrer um esvaziamento histórico e Mailza pode chegar ao pleito como uma "governadora sem grupo", vítima de uma articulação política ineficiente e centralizadora. Corre a boca miúda que, quem vai ser dar bem são os "protegidos", que terão "carta branca" na disputado pelo parlamento estadual e federal.
O PREÇO DA SUBSERVIÊNCIA
Após sete anos de governo Cameli, marcados por uma base na ALEAC que operou sob o regime do "sim, senhor", o choro agora soa tardio. Não adianta barulho ou protesto de última hora; o rumo da prosa dificilmente mudará.
A VIDA PEDE CORAGEM, NÃO PERMISSÃO
A razão é pragmática e cruel, disputa eleitoral é o terreno do "cada um por si". No tabuleiro do poder, a neutralidade é um mito. Tanto o Gabinete Civil quanto as prefeituras já escolheram seus protegidos e estão prontos para blindá-los.
ORDEM DO DIA
Para esses grupos, o comenta-se que ordem do dia é demonstrar força, e se for preciso atropelar quem estiver no caminho para garantir a sobrevivência política, eles o farão sem hesitar.
BAIXAS SIGNIFICATIVAS: O ÊXODO REPETIDO
No tabuleiro do poder, as peças começam a se mover com velocidade. O deputado estadual Fernando Hassem (Republicanos) e a ex-prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, que deixou o PT para se vincular ao PP, anunciaram apoio oficial à pré-candidatura do senador Alan Rick (Republicanos) ao Governo em 2026.
UM DÉJÁ-VU
Para quem tem boa memória, o cenário traz um déjà-vu incômodo: esse filme já passou quando o PT perdeu o fôlego no Acre. Naquela época, o êxodo de aliados foi um espetáculo à parte. Pelo visto, a história se repete e o rumo parece ser o mesmo.
CASO DE POLÍCIA... FEDERAL
O Governo Federal subiu o tom e determinou que a Polícia Federal abra inquérito para investigar o aumento abusivo dos preços dos combustíveis em todo o país. É bom reforçar o óbvio: o Acre também faz parte do Brasil e clama por essa fiscalização.
RIGOR DA LEI
A operação, que visa identificar crimes contra a economia popular, contará com o suporte da Senacon e da ANP. Resta saber se o rigor da lei cruzará "fronteiras" para dar um alívio ao bolso do consumidor dos acreanos.
FEIRA DO PEIXE: ENTRE OS "DE CASA"
Em Cruzeiro do Sul, o prefeito Zequinha Lima mobilizou equipe, vereadores, sindicatos e representantes do Estado para anunciar, no Mercado Público do bairro Remanso, a 6ª Feira do Peixe, marcada para 31 de março de 2026.
FEIRA DO PEIXE (OU SERIA "EXPECTATIVA X REALIDADE"?)
O convite das autoridades municipais para a população prestigiar a Feira do Peixe foi, no mínimo, curioso. Para não dizer folclórico, visto que o chamamento foi para avisar aos convidados que a feira não seria hoje.
SURREALISMO
Primeiro, um choque de calendário: a feira "anunciada" com toda pompa hoje, na verdade, só acontece no dia 31 de março. Segundo: e aqui entra o toque de mestre do surrealismo acreano, a única coisa que lembrava um peixe no evento de lançamento era um solitário isopor. Ou seja: o peixe na feira, só na feira... do final do mês.
FICA DÚVIDA
o povo deve levar o molho agora esperar o ingrediente principal brotar daqui a duas semanas? É tanta confusão logística que o eleitor corre o risco de morrer de fome antes de ver a cor da escama. Uma gestão que consegue fazer uma "Feira do Peixe" sem peixe merece, no mínimo, um troféu de ilusionismo.
DENTRO DO MURO
A iniciativa da feira do peixe com peixe é válida, mas um detalhe crônico salta aos olhos: o público é sempre o "de dentro do muro". Entre cargos comissionados e servidores, o evento parece uma reunião de família paga com dinheiro público. A gestão continua falhando na missão de furar a bolha e atrair, de fato, a população que vive fora do ambiente institucional.
