A máfia que extorque
Por Saba
Haji Manchinery
Um
grupo de toyoteiro e vereadores de Assis Brasil, impediu a entrada de dois
tratores para transporte de mudas de café e cacau para a aldeia Twatwa- terra
indígena Mamoadate, fato ocorrido nos dias 15 e 16 de março de 2026.
A justificativa
era que iam danificar, estragar o ramal do Icuriã e impedir o
acesso aos moradores...
Mas,
na verdade, o verdadeiro motivo é continuar a prática de extorsão e exploração,
cobrando fretes de 3.400, já que é prática, entrar no ramal, quando já tem
outro frete seguro para o retorno. E nem tributos pagam ao município.
Fora
o abuso, desrespeitos aos indígenas, sendo tratados com ignorância, transporte
inapropriado, inclusive já levei inúmeros acidentes e inclusive morte.
Porém,
são esses, quem sustenta esse grupo e grande parte da economia de Assis Brasil,
através de salários de professores, agentes de saneamento e de saúde e de
programas sociais com salários maternidade, aposentadoria. Inclusive
produtos.Já que os moradores da reserva, raramente os fretam.
Já
alguns vereadores ficaram "indignados", vejam, o ramal que eles
defendem.
Ao
invés de trabalharem pelo município e fiscalizar, por exemplo, os desvios de
combustível que deveriam servir para melhoria do ramal, o contrabando, a
invasão de nossa cidade por peruano, pela violência...mas não, são coniventes,
ou melhor, juntos com esse grupo de toyoteiros sempre foram contra a abertura
completa do ramal do Icuriã, até porque o nossos sofrimentos são argumentos
políticos e fontes econômicas para uma máfia que extorque!
