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Juiz solta traficante preso com mais de 200 kg de cocaína e alega que quantidade não é exagerada

Na decisão inicial, o magistrado escreveu que a “quantidade de drogas não era exagerada”, o que causou perplexidade.

A soltura de um homem preso em flagrante com 200 quilos de pasta base de cocaína gerou indignação em São Paulo e abriu uma nova polêmica no Judiciário: a possível utilização de modelos prontos de decisão — confundidos por parte da sociedade com ferramentas de inteligência artificial.

O caso aconteceu no interior do estado, quando a Polícia Militar apreendeu a droga no porta-malas de um carro. O motorista, Thiago Zumiote da Silva, 39 anos, tentou escapar, mas foi detido. Apesar da grande quantidade, o juiz Marcelo Nalesso Salmazo, em audiência de custódia, colocou o suspeito em liberdade.

Na decisão inicial, o magistrado escreveu que a “quantidade de drogas não era exagerada”, o que causou perplexidade. O acusado, réu primário e sem antecedentes, foi liberado com medidas cautelares, como não sair da cidade e comparecer periodicamente em juízo.

Repercussão e suspeitas
A medida foi duramente criticada pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, que classificou a decisão como “absurda” e um “desrespeito às polícias e à sociedade”.

Diante da repercussão, o juiz afirmou que utilizou um modelo de texto padrão — prática comum em casos de liberdade provisória — e que a frase sobre a quantidade da droga se tratava de um erro. Em nova decisão, reconheceu que o volume era “elevado”, mas manteve o réu solto, alegando não haver provas de envolvimento em organização criminosa.

A explicação, no entanto, levantou questionamentos sobre o uso de modelos automatizados ou até ferramentas de inteligência artificial em decisões judiciais. O fato de uma expressão destoante ter sido incluída em um caso de grande repercussão aumentou as críticas sobre a padronização excessiva de sentenças.

Posição do Tribunal de Justiça
Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) admitiu que a utilização de modelos de decisões é prática usual para dar agilidade aos processos, mas negou qualquer ligação com sistemas de inteligência artificial.

O Ministério Público recorreu da decisão, pedindo a prisão preventiva de Thiago Zumiote da Silva. 



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