Funcionalismo público pode cruzar os braços em janeiro

 

(crédito: Marcos de Oliveira/ Agencia Senado)

O movimento do funcionalismo público federal é uma resposta à atitude do governo do presidente Jair Bolsonaro  de reservar R$ 1,7 bilhão do Orçamento da União de 2022 para reajuste salarial apenas de servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional  — que são base de apoio do Executivo.

Com salários congelados há dois anos, diversas carreiras típicas de Estado — como as de servidores do Banco Central, da Receita Federal, da Controladoria-Geral da União e do Tesouro Nacional — reuniram-se, ontem (29), para definir um calendário de mobilizações a partir do mês que vem.

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