Ano eleitoral começa com novo desenho de blocos partidários no Senado
Entre as alterações ocorridas em 2025 estão a saída de Alan Rick (AC) do União Brasil para o Republicanos e a de Márcio Bittar (AC), que deixou o União Brasil para se filiar ao PL
Andressa Anholete/Agência Senado
O Senado inicia 2026 com uma correlação de forças diferente da observada no mesmo período de anos anteriores. O Partido Liberal (PL) começa o ano eleitoral — último da atual legislatura — como a maior bancada da Casa, com 15 senadores, um a mais do que no início de 2025, e assume a liderança numérica antes ocupada pelo PSD desde 2023.
O PSD aparece em seguida como a segunda maior bancada, com 14
parlamentares. A sigla perdeu uma cadeira em comparação ao ano passado, quando
contava com 15 senadores.
Na terceira posição permanece o MDB, que, apesar de manter a colocação, também registra perda e passa a ter 10 senadores. Completam o grupo das cinco maiores bancadas o PT, com 9 parlamentares, e o PP, com 7.
A mudança no ranking das bancadas vai além de uma simples troca de
posições entre partidos. Essa “dança das cadeiras” reflete uma série de
movimentações ao longo do último ano, envolvendo filiações, desfiliações e a
posse de suplentes em vagas de titulares.
Entre as alterações ocorridas em 2025 estão a saída de Alan Rick
(AC) do União Brasil para o Republicanos e a de Márcio Bittar (AC), que deixou
o União Brasil para se filiar ao PL. Já Daniella Ribeiro (PB) migrou do PSD
para o PP, enquanto Giordano (SP) se desfiliou do MDB e atualmente está sem
partido.
