Servidores Federais aumentam pressão por reajuste salarial com greves e entregas de cargos

Os auditores-fiscais da Receita, em greve desde novembro, planejam uma paralisação impactante nos portos e aeroportos de São Paulo e da Bahia
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O clima de insatisfação entre os servidores do Executivo federal vem ganhando força diante da falta de proposta de reajuste salarial para o ano de 2024. Diversas categorias já iniciaram movimentos grevistas, incluindo a possibilidade de uma greve geral. Além das paralisações, a entrega de cargos de chefia e coordenação, e até mesmo um pedido de revisão do Concurso Nacional Unificado (CNU), marcam a crescente tensão.

Já estão em greve categorias importantes como agentes de órgãos ambientais, funcionários do Banco Central, auditores-fiscais da Receita Federal e agentes de fiscalização sanitária. No âmbito acadêmico, as universidades também consideram aderir ao movimento grevista no primeiro semestre letivo de 2024.

Os auditores-fiscais da Receita, em greve desde novembro, planejam uma paralisação impactante nos portos e aeroportos de São Paulo e da Bahia. Entre os dias 22 e 26 de janeiro, anunciaram que não realizarão o desembaraço de cargas no Aeroporto de Viracopos, no Porto de Santos, na Alfândega de Salvador (a partir do dia 23) e no Aeroporto de Guarulhos. Serão mantidas apenas as liberações de cargas perecíveis, vivas, perigosas, medicamentos e alimentos.Fonte: hora Brasília

  

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