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“Quando se diminui a responsabilidade do Estado, quem fica prejudicado é o povo”, diz Perpétua sobre a PEC 32

15 de setembro de 2021 | 15.9.21 WIB Last Updated 2021-09-15T12:18:25Z

 


A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) criticou e enumerou alguns pontos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32, que trata da reforma administrativa proposta pelo governo, também conhecida como PEC da Rachadinha. A proposta deve ser votada ainda esta semana.

“Essa PEC reduz o número de concursos públicos e aumenta o número de QI (Quem Indica), cargos que ficam à disposição de indicação política. É uma PEC inconstitucional, porque ela rasga a Constituição, que assegura ao cidadão o direito a saúde, segurança e educação pública”, diz a parlamentar, ao acrescentar que se aprovada, a PEC reduzirá a qualidade e os serviços públicos.

Perpétua destaca que além de prejudicar os servidores públicos e reduzir o número de concursos, a proposta também prejudica diretamente a população mais pobre.

“Quem precisa de Saúde, Educação e Segurança Pública são as pessoas mais simples. Quem precisa ficar dias e dias na fila do INSS para conseguir um auxílio maternidade é o mais pobre. São essas pessoas que precisam do serviço público. Esse discurso fajuto do Bolsonaro de que é preciso diminuir o tamanho do Estado, reduzindo o número de servidores públicos, é um discurso contra os servidores e contra o povo. Quando você diminui a responsabilidade do Estado na Segurança, Educação ou Saúde, quem fica prejudicado é o povo”.

A parlamentar acreana afirma que a reforma abre caminho para a privatização do serviço público.

“No relatório mesmo diz que Saúde e Educação não são carreiras de estado. Bolsonaro e Guedes estão mentindo mais uma vez, dizendo que é preciso fazer reforma para aumentar os empregos no Brasil. Cadê os empregos que apareceriam depois da Reforma da Previdência? Pelo contrário, o desempregou só aumentou”.

Assessoria

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