Barbary destinou R$ 4,12 milhões a entidades filantrópicas, que enfrentam dificuldades aguardando repasses da Prefeitura
O deputado federal Zezinho Barbary (PP) destinou R$ 4,12 milhões para beneficiar 12 entidades e serviços sociais de Cruzeiro do Sul no período de 2024 a 2026. Os recursos já foram integralmente depositados na conta da Prefeitura, mas grande parte ainda não foi transferida às instituições beneficiadas.
Os registros dos pagamentos ao município apontam três datas: 3 de julho de 2024, 11 de setembro de 2025 e 22 de junho de 2026.
Entre as instituições contempladas estão a APAE, com R$ 870 mil; o Lar dos Vicentinos, com R$ 600 mil; e o Centro do Autista, com R$ 530 mil.
A
Missão Família, a Fundação Cáritas, o Educandário, a Casa Lar Reviver e a
APADEQ tiveram indicações de R$ 280 mil cada. Para a Fazenda Esperança e o
CEANOM, foram destinados R$ 230 mil cada; para a Fundação Betel, R$ 180 mil; e para
o Bom Samaritano, R$ 80 mil.
A Prefeitura atribui a demora a procedimentos burocráticos. Barbary cobra soluções e critica a espera imposta às instituições.
“É revoltante saber que instituições tão importantes para a população enfrentam dificuldades financeiras enquanto recursos destinados a elas permanecem há tanto tempo na conta da Prefeitura, sem chegar a quem realmente precisa. Cabe à gestão municipal buscar soluções, resolver as pendências logo e garantir que os recursos cheguem às entidades. Essas instituições precisam de apoio financeiro para manter suas atividades e continuar prestando serviços essenciais à população”, afirmou o deputado.
A cobrança diz respeito à demora na transferência dos recursos às instituições beneficiadas. Sendo que parte desses valores estão disponíveis na conta da Prefeitura desde 2024 e 2025.
O
anúncio de parte dos investimentos pelo prefeito Zequinha Lima nessa semana
inclusive, somente após o pleito eleitoral levanta questionamentos do porquê dos recursos depositados há tanto
tempo nos cofres municipais sonente agora serem repassados às entidades que
dependem deles para manter seus serviços à população. A demora alimenta questionamentos sobre uma
possível motivação política para dificultar o reconhecimento do trabalho de
Barbary.

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