De Comediante a Herói

 

Márcio Accioly

 Haja o que houver, nesta “guerra” criminosa entre Rússia e Ucrânia, seja qual for o desenlace da invasão sem sentido contra aquela nação soberana, Vladimir Putin ficará sem chão. As atitudes do presidente russo refletem posicionamento de casta mundial que, no topo da administração pública, alimenta-se de roubalheira e impunidade.


Essa casta política mundial, incapaz de produzir ou encaminhar algo positivo, utiliza-se de todos os meios para confiscar os recursos nacionais. São assaltantes dos cofres públicos, sem ideias nem pudor, que desdenham cidadãs e cidadãos geradores da riqueza da qual se apropriam através de leis esdrúxulas e imposições elaboradas.

Eles estão sempre planejando novos métodos e mecanismos, mas a manjada prática já causa cansaço. O último grande golpe foi a “invenção” de pandemia (nascida em laboratório chinês - Wuhan, província de Hubei), com a imposição de vacina que não imuniza nem impede a transmissão do vírus, mas mata e mutila boa parte de inoculados.


Na infame tarefa, são auxiliados por inocentes inúteis que se transformaram em “comentaristas políticos” com o advento da internet e redes sociais. Gente que, agora, acusa o atual presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de ter desarmado o país e buscar, no momento, colocar armas nas mãos da população para defender o país.

Zelensky é também acusado de inapto para a função, por ter trabalhado como comediante na TV ucraniana, embora tenha sempre se portado de maneira íntegra e ser pessoa respeitada em todos os círculos frequentados em seu país. Ora, o que é melhor? Um homem sério, honesto, ou os ladrões que ocupam os postos executivos do Brasil?


Será que os “comentaristas políticos” das redes sociais já ouviram falar no Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança? Será que sabem que a Ucrânia teve de entregar 1.600 armas nucleares a Rússia, com a promessa de não ser invadida e, sim, protegida pela nação que ora a ameaça, inclusive com armas nucleares?

Aquele Memorando foi assinado em 5 de dezembro de 1994, quando Volodymyr Zelensky contava 16 anos de idade. Os “comentaristas políticos” de plantão, nas redes sociais, devem ser, em grande parte, os que riram quando o candidato presidencial, Enéas, defendeu a bomba atômica para o Brasil. Tivesse a bomba, a Ucrânia seria invadida?



Na última semana, o senil pedófilo que ora ocupa a Casa Branca, Joe Biden, chamou o presidente da Ucrânia por telefone, para oferecer avião que iria retirá-lo do país. Ele respondeu: “Eu represento o povo da Ucrânia. Não preciso de carona, ou de passeio, preciso de munição”. Com a declaração, ascendeu à categoria de herói nacional.

Quantos aqui no Brasil desempenhariam tal papel? Quantos teriam a coragem? A população mundial está cansada desses politiqueiros que desejam poder para oprimir e gozar facilidades. Veja-se o caso do Canadá, onde o ainda primeiro-ministro, Justin Trudeau, revogou a lei de emergência, pois ficou bem próximo da deposição.



A sorte de Trudeau, hoje conhecido como Castro Júnior (há muitas evidências que o apontam como filho do falecido assassino ditador cubano, Fidel Castro), foi justamente a invasão da Ucrânia. Não tivesse acontecido, ele teria sido a bola da vez. É mais um janota, todo arrumadinho, que nada produz e nada faz.

O mundo cansou dos políticos tradicionais e busca cada vez mais outsiders. Nós também sofremos gravemente com isso, mas nosso problema é mais preocupante porque não existe punição para os que saqueiam os cofres públicos. Basta ver o caso de Lula da Silva, que em muitos países seria condenado e executado. Aqui, quer voltar ao roubo.

As manifestações em vários países, contrárias à invasão da Ucrânia, mostra que o mundo está sempre se recriando e se reinventando, embora a ficha da maioria dos participantes do jogo só venha cair depois de um novo cenário todo desenhado. O fato é que o universo que frequentamos é uma coletânea de horrores.


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