Cuba está balançando e vai cair


 

Márcio Accioly

 

O criminoso regime comunista de Cuba está se desmanchando. Há 62 anos, os revolucionários chegaram a Havana, depondo sete anos da ditadura Fulgêncio Batista. O novo regime prometeu céu e terra aos que o apoiaram, mas só trouxe fome, opressão e desespero, mergulhando a Ilha em noite de terror que trouxe a impressão de infinita.

 


À época, as revoluções estavam em moda no mundo e a juventude, que é sempre rebelde, desejosa de sacudir o que se encontra estabelecido, entendeu que os psicopatas Fidel Castro e Ernesto Che Guevara seriam solução para o tédio reinante. Entregaram-se de corpo e alma e se deixaram embalar pela propaganda farta e mentirosa da grande mídia.

 


Guevara, homicida alucinado, foi nomeado para a Diretoria do Instituto Nacional de Reforma Agrária, depois, para a presidência do Banco Nacional e, em seguida, para ministro da Indústria. Nos gabinetes, sentava-se à cadeira e intimidava com pés e pistola sobre a mesa, folheando documentos e tomando decisões sem possuir qualquer noção.

 


Tornou-se ícone em fotografia que correu mundo afora (tirada pelo cubano Alberto Korda), fazendo com que o próprio Fidel se tornasse espécie de refém de fama que ganhou espaço na Latino-América e em rincões dos mais desconhecidos. Mas quem lê a vasta literatura biográfica existente descobre que era frio e covarde, um frouxo!


A resistência que tinha à água (raramente tomava banho), fazia com que sua presença física incomodasse pelo mau cheiro que exalava. Foi dessa forma que ganhou o apelido, desde Sierra Maestra, de “Chancho”, que quer dizer “porco” em espanhol. No livro, “O Verdadeiro Che”, Hugo Montova descreve alguns de seus crimes.

 


Certa feita, no início da Revolução, um garoto de dez anos de idade foi suplicar a Guevara que não matasse o pai, condenado a fuzilamento no Paredão, pois ele provia o sustento da família de outros irmãos, onde o suplicante era seu descendente mais velho. A insistência do garoto fez com que Che sacasse a arma e o baleasse na cabeça.

 


Apesar desses relatos, no Brasil era comum verificar universitários que se diziam “estudantes de ciências sociais”, usando boinas semelhantes à de Che, bem como corte de cabelo, barba e bigode que se lhe invocassem a imagem. Assim como vemos, hoje, a ruína absoluta da Venezuela, Fidel e seus revolucionários destruíram a economia cubana.

 

Quando Guevara foi morto na Bolívia, dizem que Fidel Castro respirou aliviado. Ele não sabia mais o que fazer com seu guerrilheiro psicopata, pois sabia que se voltasse a viver na Ilha continuaria ameaçando e matando como sempre foi o costume. Era um despreparado que à frente do Banco Central do país arrasou com a economia.

 

O mais interessante de tudo, porém, são as alegações do regime de que toda a culpa da decadência da Ilha se deve ao embargo imposto pelos norte-americanos. Uma confissão de que o sistema comunista é muito bom, obrigado, mas só consegue funcionar na total dependência dos yankees capitalistas que eles odeiam.

 

Quem esteve em Cuba há mais de duas décadas, já foi capaz de ouvir o cansaço de todos com relação à falta de alimentos e a carência de itens básicos (não existe papel higiênico, sabonete, ou pasta de dentes). Os esquerdistas dizem que “Cuba era um bordel dos EUA”, mas na avenida principal dos hotéis, adolescentes são oferecidas aos turistas.

 


A revista Forbes estima que Fidel, ao morrer (25/11/2016), aos 90 anos, possuía fortuna de mais de um bilhão de dólares! Muitos não acreditavam que num país miserável, onde a maioria sofre gritantes necessidades, o ditador fosse capaz de tanta insensibilidade e desprezo. Mas é verdade!

 

Pior: o sistema de saúde é sofrível, com muitos morrendo à míngua, sem remédios e sem internet que permita exames à base de ressonância magnética. O PT, com o Porto de Mariel e os “médicos” que sequer são enfermeiros, deu sobrevida ao regime, esgotado com o corte do dinheiro da extinta União Soviética e do petróleo venezuelano.

 

O regime só consegue se sustentar porque a população está desarmada e à beira da inanição. Mas vai cair, mais cedo ou mais tarde. Quando vier abaixo, todos nós iremos tomar conhecimento dos horrores ali perpetrados. Os petistas ainda defendem o regime cubano porque têm muita coisa guardada por lá. Quem deseja tal desgraça para o Brasil?

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