Falsas narrativas desmoralizadas

 


Márcio Accioly

 

A Rede Globo de Televisão deixou de produzir novelas e alguns programas de baixíssimo nível, por conta dos cortes de recursos financeiros públicos, desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República. A emissora surgiu à época do Regime Militar (1964-85), muito bem administrada pelo empresário Roberto Marinho.

 

Vivendo das tetas públicas, a Globo montou impressionante império! Aliás, não somente ela: todos os grandes órgãos de comunicação ficaram arquibiliardários com o sofrido dinheiro dos impostos dos contribuintes. Pesquisem sobre O Estado de São Paulo, a Veja, revistas e jornais diários já falecidos, que a verdade virá à tona.

 


O jornalista James Akel, que conhece histórias de bastidores da Rede Globo como ninguém, diz que o atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, Roberto Irineu Marinho, odiava o pai e, depois de sua morte, traçou diretriz oposta à herdada, negando, inclusive, que a Globo tenha sido produto do Regime Militar.

Roberto Marinho, morto aos 98 anos (em 2003), andava literalmente de braços dados com os generais do período (hoje chamado de “ditadura”) em que a Globo usufruía benesses e impunha vontades. Foi o homem mais poderoso do último século, opinando em momentos cruciais, “elegendo” presidentes, destituindo governadores e tudo o mais.



Hoje, a Globo é enojado reflexo da então toda poderosa Vênus Platinada. Os herdeiros de Roberto Marinho (ele tinha quatro filhos, mas um morreu em 1970), já nasceram super milionários. Nenhum dos três herdeiros finais deu mostra de possuir, por mais tênue que fosse, chispa ou lampejo da vocação administrativa do pai.

 

Como o uso do cachimbo faz a boca torta, os legatários imaginaram que poderiam continuar impondo suas idiossincrasias e condições. Assim como “o velho” havia impelido. Eles não têm consciência das mudanças que o tempo traz e dos indispensáveis ajustes que o dia a dia requer. Por isso, deram com os burros n’água.

 

A Rede Globo transformou o país num bordel de quinta categoria, fomentando a falência educacional, com novelas horrendas e pornográficas a comporem hediondo cenário. Tudo isso, num país onde a saúde sempre foi item de luxo e as farmácias suplantaram quase inexistentes livrarias em números estratosféricos.

 

A Rede Globo casou e batizou, elegeu e destituiu quem quis; chantageando quando necessário e impondo suas próprias regras. Sem pagar impostos e norteando as ações à margem do estabelecido. Nenhum país que se preze pode ou deve permitir que uma emissora de televisão estenda seus tentáculos por seus quadrantes como fez a Globo.

 


Agora, em desesperada tentativa de sobrevivência, golpeada pela internet e suas redes sociais, continua a narrativa fantasiosa, mentirosa, elaborada em conluio com o que ainda resta da chamada grande imprensa, querendo atribuir a culpa da pandemia, cuja origem faz questão de esconder, ao presidente que cortou seu acesso às tetas.

 

E nega a legitimidade de tratamento precoce com medicamentos que mostraram há décadas sua eficácia, em defesa de vacinas cuja segurança começa a ser contestada no plano internacional. As vacinas, que deveriam salvar vidas e deixar imunizados os que as utilizam, têm se provado mais danosas do que infalíveis.

 

Quem duvidar que verifique o que vem acontecendo em países como o Chile e pesquise na internet as sérias dúvidas levantadas (no Japão, por exemplo, a maioria rejeita ser vacinada). Cientistas de renome denunciaram, desde cedo, jamais terem testemunhado tanta pressa na elaboração de vacinas que parecem servir apenas para fazer caixa.

 

O país mergulha em crises, porque se afigura definido o interesse dos esquerdistas em mantê-lo, apenas, como fornecedor de matéria prima para centros desenvolvidos. Os “de esquerda” defendem regimes falidos como o de Cuba, Venezuela e Argentina, entre outros, transformando populações em escravas que alimentam seus vícios.

 

A Rede Globo é uma aliada da esquerda, nesse projeto de destruição total do Brasil!

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