Marcelo Queiroga é questionado pelo deputado Leo de Brito sobre ritmo lento da vacinação contra a Covid-19





Em audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o objetivo do governo é testar até 20 milhões de brasileiros todos os meses contra o corona vírus.

Queiroga falou também sobre sua atuação na pasta, ao longo dos últimos 60 dias, em prol de garantir o abastecimento de remédios e cilindros de oxigênio no Sistema Único de Saúde, atende 75% dos brasileiros.

Para os parlamentares de oposição o discurso moderado de Queiroga não condiz com a prática demonstrada pelo presidente Jair Bolsonaro; e ainda defendeu as medidas desprezadas pelo presidente, como a vacinação, uso de máscara e a necessidade de distanciamento social.

Durante a inquirição, um dos autores do requerimento que viabilizou a audiência pública, o deputado Léo de Brito (PT-AC) questionou Marcelo Queiroga sobre que tipo de autonomia ele pode ter no comando do ministério para implementar as normas sanitárias de combate á Covid-19, defendidas pela ciência e pela Organização Mundial da Saúde.

“Primeiro, questionei a respeito da questão da aquisição das vacinas, que são tão importantes para o Brasil e para o nosso estado do Acre. Segundo, a respeito da terceira onda do corona vírus, no Brasil, principalmente com essas variantes indiana e, terceiro com relação á postura do presidente da República que desde o início da pandemia tem sido um maus exemplo” – disse Léo

Ao responder Léo de Brito, o ministro disse que tem autonomia no Ministério da Saúde, mas que “como vivemos em um sistema presidencialista e fui indicado pelo presidente, é preciso validação técnica e política dos atos do ministério” – disse ele.


 

 

 

 

 

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