Covas simbolizou renovação e reconciliação política

 


A morte precoce de Bruno Covas, neste domingo 16, aos 41 anos, interrompe um processo de renovação no PSDB e, ao mesmo tempo, de reconciliação do eleitor com a classe política, devastada desde o rolo compressor da Lava Jato.

Em sua campanha pela reeleição à Prefeitura de São Paulo, no ano passado, Covas promoveu uma mudança significativa em relação à postura e o discurso do antecessor, o também tucano João Doria, de quem foi eleito vice-prefeito em 2016. A sua trajetória política é elogiada e enaltecida por políticos de esquerda e da direita e, as demonstrações de carinho vêm de todas as partes do país.

A deputada Perpétua Almeida (PCdoB) usou as redes sociais neste domingo para homenagear Bruno Covas que, segundo a parlamentar, morre no auge de sua juventude política. “Travou uma batalha dura contra câncer. Foi firme e corajoso! Quando morre um demcrata perdemos todos nós. Vá em paz, Bruno. Minha solidariede à sua família, especialmente seu filho Tomás, e aos paulistanos que perdem seu prefeito” – escreveu Perpétua.

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