Os extraterrestres batem à nossa porta

 


Márcio Accioly

 


Em outubro do último ano, o cineasta James Fox (EUA), lançou documentário intitulado “O Fenômeno”, onde exibe documentada história sobre a aparição de discos voadores, OVNIs -Objetos Voadores Não Identificados -, no nosso planeta. O filme prende a atenção do início ao fim, tornando impossível tirar os olhos da tela.




A base da narrativa é construída em documentos liberados pelo Pentágono, em abril de 2020, confirmando suspeitas e boatos negados por mais de 70 anos pelo governo norte-americano. O trabalho se complementa em depoimentos de técnicos, engenheiros aeronáuticos, pilotos, autoridades credenciadas e testemunhas ouvidas em vários países.


Cientista de ilibada reputação, Carl Sagan, já falecido (autor de inúmeros livros científicos), duvidava existir seres alienígenas visitando nosso planeta. Deixou isso bem claro não apenas em seu livro, “Cosmos”, mas nos DVDs que elaborou de forma brilhante com base em sua publicação. Possuía fortes razões no alicerce de tal convicção.



A maior delas residia no entendimento de que as estrelas estão muito distantes umas das outras, virtualmente inalcançáveis. Para se ter acesso ao exoplaneta mais próximo (constelação de Centaurus), seria necessário viajar 4,2 anos luz, ou 40 trilhões de kms de distância da Terra! Com a tecnologia de que dispomos hoje, nem pensar.


Mas, aí, é cada dia mais forte a crença de que existem corredores (túneis), no nosso universo, constituindo-se em “atalhos” entre as galáxias e permitindo a espaçonaves que se movimentam com inimaginável velocidade a redução do espaço de tempo de seus deslocamentos. E a velocidade dos OVNIs presentes em nossos céus surpreende.

 


O documentário exibe vídeos de caças norte-americanos em que os pilotos, olhando o radar, espantam-se e maravilham-se com a aceleração dos chamados discos voadores. É impossível acompanhar com os olhos a celeridade de locomoção dos OVNIs no espaço. Alguns comparam sua rapidez à velocidade de um tiro de arma de fogo.

 


O paradoxo que nos assegura o status de bárbaros é verificar que enquanto a Nasa enviou a Voyager II ao Cosmos, contendo mensagens de paz e amor para extraterrestres, nos EUA a ordem principal é derrubar qualquer OVNI que não obedeça a determinação de pousar. Imaginem sair numa viagem espacial, para ser derrubado universo afora.

 

Pois, os extraterrestres já pousaram por aqui, sim, senhor! É ver o documentário intitulado “O Fenômeno”, para crer. E quando a gente se surpreende com a tecnologia do nosso dia a dia, whatsapp, internet, foguetes, etc., impressiona-se com alienígenas indo de Norte a Sul em segundos e cobrindo a Terra inteira em questão de minutos.

 

James Fox confirma o incidente acontecido em Roswell (08.06.1947), New México, quando um OVNI caiu no solo e ficou em destroços. Ele coletou o depoimento do tenente-coronel Jesse Marcel (Força Aérea dos EUA), um dos primeiros enviados ao local. Marcel assegura, no filme, que a cúpula militar escamoteou o que aconteceu.

 

O militar garantiu que o material dos destroços era tão resistente que nada igual existe no nosso planeta. Afirmou que um pedaço da cobertura do OVNI, tão fino quanto o papel prateado que se utilizava para guardar cigarros num maço (com cerca de 50cm de largura), “não conseguia ser dobrado ou amassado, nem com uma marreta”.

 

O material recolhido está sendo estudado e investigado num laboratório dos EUA. A composição atômica é desconhecida na nossa tabela periódica, revolucionando por inteiro o campo de estudo dos elementos. Assistir ao documentário é deleite raramente oferecido aos que padecem tantos horrores num mundo conturbado como o nosso.

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