Ludhmila Hajjar não deve ir para a Saúde

 


Foto: Sérgio Lima/Poder 360

Apesar de ser quase uma unanimidade entre políticos do alto escalão do Congresso e outras autoridades, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar não deve ser indicada por Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde.

Ludhmila está em Brasília nesta 2ª feira (15.mar.2021) à espera de um novo contato de Bolsonaro. Ambos tiveram encontro ontem (14,.mar) à tarde no Alvorada –onde também estavam o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.

Não houve muita sintonia na reunião de domingo. Bolsonaro defendeu sua política contra a covid, falou do uso de cloroquina e dos exageros que vê em medidas restritivas à circulação de pessoas em locais mais afetados pela doença. Não é o que defende a médica. Ela deve agradecer ao possível convite (que ainda nem foi feito formalmente), mas recusar a possibilidade para ser ministra, segundo apurou o Poder360.

A decisão foi deliberada na última sexta-feira (12) pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e formalizada nesta segunda-feira. As empresas já podem aplicar os novos preços. A resolução da CMED não explica o porquê da antecipação do reajuste.

No ano passado, o governo autorizou, em junho, o reajuste de até 5,21%, depois de dois meses de suspensão dentro do conjunto de ações para atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus no País.

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