Eleições na Câmara e no Senado: Jogo pesado na reta de chegada

 


As eleições para as presidências e principais cargos de comando no congresso agitaram o cenário político em Brasília e acirraram os ânimos nos Três Poderes por conta do envolvimento direto do Palácio do Planalto. Na Câmara, a interferência do Executivo está fazendo efeito e coloca Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, em vantagem para assumir a Presidência da Casa. A oposição aposta no deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que costurou acordos e promete se opor às principais investidas do governo, mas tem dificuldade de criar uma base suficiente para se eleger no primeiro turno.

Da mesma forma que deputados saem em campanha pelos seus preferidos, no Senado a disputa também se divide entre o candidato do governo Rodrigo Pacheco, considerado favorito e a opositora Simone Tebet, que perdeu o apoio do seu próprio partido, o MDB. O Progressistas da senadora Mailza Gomes ,  fechou apoio aos candidatos do governo nas duas casas.

Enquanto na Câmara, a tendência é que o deputado Baleia Rossi conquiste a maioria dos votos da bancada do Acre, no Senado os três parlamentares acreanos: Márcio Bittar, Mailza Gomes e Sérgio Petecão declaram apoio ao candidato Rodrigo Pacheco, que tem o aval da Presidência da Republica.

No Senado, a eleição começou há pouco, ás duas horas, e na Câmara terá início ás 19 horas.

O Democratas (DEM) decidiu liberar seus deputados para que eles votem de forma independente. O partido não irá integrar nem o bloco de Baleia Rossi, nem o de Arthur Lira.

A decisão foi tomada após reunião dos parlamentares com o presidente nacional do DEM, ACM Neto. O líder do partido, Efraim Filho (PB) afirmou que a solução foi uma forma de deixar a bancada livre.

No Senado, a eleição começa ás 14 h, e na Câmara terá início ás 19 h.

 

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