Pazuello garante, no máximo, três opções de vacinas contra Covid-19 no Brasil

 


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil deverá ter, no máximo, três opções de vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, são "um, dois ou três" laboratórios que produzem imunizantes compatíveis com as necessidades brasileiras, considerando plano de entregas e quantidades suficientes.


Pazuello disse ainda que, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, o Brasil receberá 15 milhões de doses do fármaco desenvolvido pela Universidade de Oxford. A partir do segundo semestre, a produção será na Fiocruz. Para isso, a Câmara aprovou crédito de 1,9 bilhão de reais destinado ao antígeno da AstraZeneca.


A matéria segue para o Senado.


Novas doses


O governo de São Paulo recebeu nesta quinta-feira a segunda entrega referente à CoronaVac, vacina para Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.


Desta vez, chegou ao país um lote com 600 mil litros de insumo suficientes para a produção de 1 milhão de doses. Caberá ao órgão paulista finalizar o preparo do produto. Até agora, o acordo entre as partes prevê 46 milhões de doses do imunizante disponíveis no Brasil até o início de 2021.


Atualmente, o medicamento está em fase 3 de testes no país. Os resultados finais devem ser entregues ainda neste mês.

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