Brasil assina memorando para compra de 70 milhões de doses da vacina da Pfizer



O Ministério da Saúde assinou na ultima 4ª feira 9, um memorando de entendimento para a compra de 70 milhões de doses da vacina anti-covid-19 da farmacêutica Pfizer, dos Estados Unidos.

Segundo o secretário executivo do ministério, Elcio Franco, o cronograma define a entrega de 8,5 milhões de doses no 1º semestre de 2021 e no 2º semestre, 61,5 milhões.

A assinatura do memorando é a 1ª fase para a compra da vacina. O valor do acordo não foi informado. A Pfizer negocia a venda de vacinas para outros países.

O Brasil já tem memorandos assinados com o instituto Butantan e a Sinovac (China), e com a AstraZeneca, de Orford (Reino Unido). Outras doses poderão ser adquiridas via consórcio internacional Covax, liderado pela Organização Mundial da Saúde.

Até o momento, nenhum laboratório solicitou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o pedido para a vacinação no país. Testes ainda estão sendo realizados.

A vacina da Pfizer é a mais adiantada. O Reino Unido começou a vacinar sua população em caráter emergencial nesta semana. A FDA, agência de fiscalização dos Estados Unidos, equivalente à Anvisa, recomendou nesta 5ª feira a aprovação das doses dela.

A vacina da Pfizer tem um custo mais alto que as concorrentes, apesar de o valor do acordo não ter sido revelado pelo governo. O imunizante é produzido nos Estados Unidos. É necessárias duas doses para surtir efeito. Nas negociações com o ministério, o laboratório afirmou que poderá entregar as doses em caixas de gelo seco, que garantem a conservação por 30 dias a 70 graus negativos.

Se a Anvisa aprovar o registro de todas essas vacinas negociadas com o governo federal, ao menos 129 milhões de brasileiros poderiam ser vacinados em 2021. Seriam:

Em todos os casos, seriam duas para vacinar cada pessoa

 

Postagem Anterior Próxima Postagem