O “paraíso” à custa do inferno

Márcio Accioly


Imagine-se país onde pesquisas eleitorais jamais se aproximem dos reais resultados, mas que, de repente, comecem a casar com números de eleição municipal na qual a maior surpresa foi o “crescimento” do candidato à Prefeitura, Guilherme Boulos (SP). Deste, parcelas da classe média fogem como o Diabo corre da cruz!


Neste mesmo país, não há como se auditar urnas eleitorais, pois tudo é eletrônico e não existe um único papel impresso para conferir seriedade na apuração dos sufrágios. Este país, chamado Brasil, motivo de galhofa mundial (em função do nível de avaliação de suas instituições), parece caminhar para lamentável desfecho.

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, foi aos Estados Unidos acompanhar a eleição presidencial, e voltou alegre e saltitante depois de parabenizar o candidato de oposição, Joe Biden, por ter ganhado eleição que na verdade não ganhou. Como se a fraude norte-americana fosse preâmbulo de uma nossa.


Nossos chamados “líderes” (os que formam a classe dirigente), não conseguem pensar. Não fazem a menor ideia, do assento de suas poltronas com ar refrigerado, de quão frágil é a organização social. Querem formar maioria na fraude e na imposição, mas irão apenas criar confronto que levará o país ao caos.


Os nossos líderes imaginam que determinam o curso dos acontecimentos, que só eles são capazes de promover ajustes e reparos, dependendo apenas do trabalho deles a organização da sociedade. Não é bem assim. Na realidade, são essas “lideranças” os verdadeiros parasitas que corroem o tecido social.


Quando as imposições alcançam limite insuportável, a corda arrebenta e aí vem o salve-se quem puder. Como ocorreu no dia 21 de maio de 2018, na paralisação dos caminhoneiros que durou dez dias. Se a greve tivesse se alongado por mais um tempinho, o Brasil teria sofrido colapso total.


Mesmo num país onde a memória da maioria parece ser bem limitada, dá para lembrar que foram paralisados serviços de fornecimento de combustíveis, insumos médicos e abastecimento de alimentos. Foi experiência super desagradável. E o que desejam os supostamente responsáveis pelo bem-estar social? A repetição desses fatos?


Na atual pandemia chinesa, utilizada pelos poderosos para deixar apavorada a população, todos se lembram que o preço dos combustíveis caiu de forma vertiginosa, pois aconteceu enorme redução do consumo. Passado o primeiro impacto, quando se começou a retomar afazeres, eis que os preços subiram de forma inexplicável.

Mesmo reduzindo o preço da venda dos combustíveis, na refinaria, o benefício nunca chega ao consumidor. A população vive sufocada em limites inimagináveis na luta pela sobrevivência. E boa parte dos nossos homens públicos acreditam ser capazes de implantar modelo governamental “socialista” que satisfaça os próprios interesses.

É palpável a pauta de cunho comunista que se pretende impor aos povos. Evidenciada, claramente, na fraude em curso nas eleições norte-americanas. O mundo se encontra no fim de um período, prelúdio de catástrofe anunciada. A desordem social e a nova era glacial em que já mergulhamos anuncia espécie de fim dos tempos.

Quanto a pauta comunista, monitorada pela China, a força das armas e da barbárie consegue fazer qualquer coisa que se deseje infligir, fazendo desaparecer a liberdade e massacrando qualquer resistência. Mas tudo isso tem um preço. Não há como sair de graça.


Os exemplos se encontram nos próprios países onde as classes dirigentes imaginavam ter chegado ao paraíso. Quem quiser que passe os olhos pela história. 

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