Em São Paulo, cachorra ficou esperando em uma UPA, dono que havia falecido com COVID-19.



A cachorrinha que antes era chamada de “Esperança”, ficou  duas semanas em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) DOUTOR MATHEUS SANTAMARIA, localizada no Guarujá, Litoral Sul do Estado de São Paulo, esperando pelo seu dono.

ENTENDA O CASO: SÃO PAULO - No Guarujá, Cidade do Litoral Sul do Estado de São Paulo, uma cachorrinha que até então era chamada de ESPERANÇA, redescobriu o significado de ter uma nova família.

ESPERANÇA, após perder seu tutor, vítima da COVI-19, permaneceu na porta da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) DOUTOR MATHEUS SANTAMARIA, esperando pelo seu dono.

A cachorrinha foi resgatada pelo “Canil Municipal da Cidade”, e após uma ampla divulgação de sua imagem contando sua história, foi adotada pela professora Elizabeth Cordeiro.

A professora explica que antes, a cachorrinha era chamada de ESPERANÇA, mas resolveu escolher o nome árabe de LATIFAH, que em português significa “adorável e amigável”, pois tem tudo haver com ela, ou seja, amiga e carinhosa.

A veterinária, “Elizabeth Coutinho” que acolheu a cadelinha até ela ser adotada, contou que uma amiga que é fisioterapeuta na UPA, contou que a cachorra acompanhou o dono até a porta do Hospital, mas infelizmente ele veio a óbito e mesmo assim ela ficou no local por 15 (quinze) dias, esperando pelo seu amigo.
Sou “testemunha vida” do amor, carinho e fidelidade que um animal de estimação tem pelo seu dono, pois quando tinha meus 12 anos de idade, sofri um acidente e fui levado até o Hospital por uma ambulância, á qual foi seguida por mais de 5 KM, pelo meu cachorro que se chamava REX, onde permaneceu no local a minha espera por 12 horas, saindo somente quando eu sai com a perna engessada e ele “todo feliz pulando em mim”.

De uma coisa tenho certeza, o único amigo desinteressado que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona, o único que nunca mostra ingratidão ou traição, É O SEU CACHORRO.

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