Coronavirus: Vacina no horizonte

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O imunizante contra o coronavírus desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica Astrazeneca poderá ficar pronto em setembro , quando está previsto o encerramento dos testes em humanos, afirmou Sarah Gilbert, a cientista por trás dos estudos. Depois disso, a vacina terá pela frente os processos de fabricação e distribuição, os últimos antes da aplicação. Os resultados da primeira fase de testes em humanos devem ser divulgados nesta segunda. O presidente a Astrazeneca Brasil afirmou à Veja que o país poderá receber o antídoto ainda este ano. Outras estimativas falam em primeiro trimestre de 2021.

Infecção tardia

Entre as regiões brasileiras em que as curvas de contágio e de mortes seguem em alta está o Centro-Oeste. Com os primeiros casos registrados em março, os números seguiram baixos nos estados da região até maio, quando a curva começou a subir. A média móvel de casos no último mês saiu de 2.500 para 3.695 e a de óbitos saltou de 45 para 111. Segundo especialistas, o aumento no Centro-Oeste pode ser explicado pelo processo de interiorização da doença no país e pela tendência de os vírus respiratórios circularem mais na região no inverno, devido ao clima mais seco e frio

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