Abuso de poder religioso volta à pauta

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve retomar em agosto, após a volta do recesso do Judiciário, a discussão sobre incluir a prática de “abuso de poder religioso entre as hipóteses que podem levar à cassação de mandatos. O debate começou há cerca de duas semanas e, segundo ministros ouvidos pelo Valor, a corte está dividida.
No campo político, o início do julgamento gerou uma forte reação de integrantes da bancada evangélica e aliados do presidente Jair Bolsonaro. Após o voto do ministro Edson Fachin, que defende que esse entendimento já deveria ser aplicado nas eleições de 2020, o ministro Alexandre de Moraes divergiu. O julgamento foi então interrompido por um pedido de vista do ministro Tarcisio Vieira.

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