Corpo do padre Frederico Siegers é sepultado no cemitério da comunidade de Broich, na Alemanha

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Em uma cerimônia restrita a familiares e religiosos por causa da pandemia do novo coronavírus foi enterrado nesta sexta-feira 19,  no cemitério da comunidade de Broich, na Alemanha,  o corpo do padre Frederico Siegers, missionário no Alto Juruá durante 38 anos.

Padre Frederico, nasceu no dia 23.05.1934 em Msiegers ariadorf, Diocese de Aachen – Alemanha. Único filho homem de seus pais, se formou em Knechtsteden e foi colaborador da reitoria do Seminário Menor. Foi ordenado sacerdote em Knechtsteden aos 17.07.1960 e destinado para o então distrito do Alto Juruá, chegando em 14.12.1961.

 Foi coadjutor do Pe. Egon Engel e do Pe. Carlos Kunz de 1961 até 1966 na paróquia da Catedral Nos-sa.Senhora da Glória em Cruzeiro do Sul. Em 1966 até 1970 foi coadjutor do Pe. Edson em Mâncio Lima. Já em 1970 e 1971 coadjutor nas paróquias dos rios Tarauacá e En-vira: Feijó, Tarauacá e Envira,1972 até 1975, passando de novo como coadjutor em Mâncio Lima. De 1975 até 1979, foi vigário na paróquia Santa Cruz em Itaberaba, Fre-guesia do Ó, na Arquidiocese de São Paulo.

De 1979 até 1982 vigário de Feijó. 1982 vigá-rio de Guajará (AM) até 1992. No mesmo tempo superior distrital dos espiritanos, pro-fessor no Seminário São João Cura d`Árs em Cruzeiro do Sul e assistente espiritual pa-ra as freiras de diversas congregações. Em 1992 vigário da Catedral N.S. da Glória em Cruzeiro do Sul:

Teve um grande papel na descentralização da pastoral pela fundação de diversos centros e creches. Em 1998 volta para a Alemanha, morando na comunidade de Broich e trabalhando pastoralmente em uma comunidade grande de onze paróquias de Alsdorf, visitava anualmente sua antiga missão e amigos na Diocese de Cruzeiro do Sul.

Não tendo viajado na data prevista, para Cruzeiro do Sul, por causa da pandemia do coronavírus, ele já tinha passagem comprada para sua presença nas festividades de Nossa senhora da glória em Agosto de 2020.

Padre Frederico, deixa um grande legado de trabalho incansável, escrito e publicado no seu livro de memórias “Aventura da bondade - A vida de um missionário na Amazônia.

Fonte: 'Missão Impossivel" Centenário Espíritano do Alto Juruá" Pe. Herbert Douteil 2017.





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