“Orçamento de guerra” Vanda Milani defende transparência e rapidez nos investimentos do governo federal para estados e municípios


Da assessoria

A sessão deliberativa de aprovação do chamado “orçamento de guerra” entrou pela noite de ontem (3) através de sessão virtual realizada pela Câmara dos Deputados. A deputada federal Vanda Milani (SD-AC) votou pela aprovação da PEC que permite a separação dos gastos realizados para o combate ao novo coronavírus do Orçamento-Geral da União.

Além de defender maior transparência na aplicação dos recursos públicos a deputada Vanda Milani quer maior celeridade nas ações de enfrentamento da crise por saúde pública. 

“Esse comitê vai permitir ações com impacto orçamentário. Um regime especial extraordinário vai facilitar a execução dos recursos relacionados às medidas emergenciais sem as amarras que restringem os gastos federais.

Ainda de acordo Vanda Milani, o texto dá ao governo a segurança jurídica necessária para gastar o que for preciso para conter o avanço da Covid-19, além da adoção de medidas econômicas relacionadas à pandemia. 

Ela avaliou como positiva a semana de trabalho na Câmara dos Deputados e destacou o PL 9236/2017 , modificado após ampla negociação entre líderes e o governo federal para garantir um auxílio de R$ 600 por três meses a trabalhadores autônomos ou desempregados.

“Os internautas têm nos questionado muito do início desse pagamento. A Câmara e o Senado fizeram a sua parte, o governo sancionou e o PL já foi publicado no Diário Oficial. Essa semana a equipe econômica precisa divulgar o cronograma de execução, afinal, quem tem fome não pode esperar” acrescentou.

Em nome da garantia e segurança dos servidores públicos do Brasil e do Acre, Vanda Milani votou contra a emenda apresentada pelo PODEMOS que cortava em até 50% salários de servidores públicos; e a que transferia o dinheiro do fundo de campanhas eleitorais para o combate ao coronavírus.

A deputada também avaliou como positiva as medidas que vêm sendo adotadas em seu estado, o Acre. Para ela, todos os poderes nesse momento em que o Brasil vive uma verdadeira guerra contra um inimigo invisível, vêm dando sua parcela de colaboração “fazendo o bom combate”, concluiu.


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