Empresários acreanos clamam por diálogos e medidas para aliviar os reflexos da crise do CoronaVirus



Empresários acreanos estão passando por uma crise que ninguém esperava com a chegada da pandemia da Covid 19, uma pandemia que parou não só Brasil como o mundo todo, deixando uma calamidade total em vários setores do comercio, do esporte, trânsito e de outros segmentos da sociedade brasileira.

Em Rio Branco não foi diferente.  Todos os setores tiveram de conceder férias coletivas a seus funcionários para não correr o risco de demitir pois, com certeza, o prejuízo seria muito maior. Um dos principais segmentos foi aquele que tem o funcionário autônomo, como salão de beleza.

No caso do empresário Ronaldo Queiroz do Barão Barbearia, que possui 4 funcionários e teve que fechar suas portas, obedecendo um decreto governamental, para não correr o risco de ter a contaminação dentro de seu comercio.  O empresário falou que a situação é bastante critica, “mas  que tem que obedecer o decreto governamental”.  Segundo Ronaldo, “om essa prorrogação de mais 15 dias, como que ficaria a situação de seus funcionários já que a família vive do trabalho de cortar cabelo” – Indaga.

 “O pedido que faço  aos órgãos governamentais é que que se abra uma exceção para atendimento de uma pessoa a cada meia hora” – diz Ronaldo.

Ronaldo ainda faz uma reflexão de como será os pagamentos de boletos que estão vencidos quando passar essa crise do Coronavírus.  `”É  uma situação bastante lamentável” – diz; e deixou  uma mensagem para todos os comerciantes: “Que as pessoas pensem bastante, reflitam não entrar em pânico, pensar bastante em Deus e com certeza isso vai tudo passar e voltar tudo ao normal” finalizou Ronaldo.

Outro segmento foi o do empresário Jorge Marqueza que também vem passando por dificuldades financeiras, com as contas chegando e possivelmente pode haver protestos por algumas empresas do ramo de cobrança.  Segundo Jorge, a única alegria que ele teve nessa pandemia foi o anuncio do Banco Safra que enviou a ele um comunicado afirmando que seus títulos e juros não serão cobrados e que terá uma certa data para começar a fazer suas quitações depois da crise da Covid 19 passar. Jorge afirma também que todos tenham paciência e acreditar com Fé em Deus que tudo vai passar
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A empresária Suely, do Cantinho do Pastel, também teve que dar férias coletivas aos seus funcionários. Hoje, só ela, o marido e as filhas estão trabalhando e fazendo entrega através de delivery para poder suprir seu ramo de alimentação. Segundo ela, a coisa está preta e se não tiver uma solução emergencial pode acarretar ainda mais os prejuízos, uma vez  que as contas estão chegando todos os dias.

A conta de energia, por exemplo, alcançou  este mês o valor de R$ 4.500,00.  “Pagar tem que pagar, mas como, já que o estabelecimento, em dias normais, faturava 100%.  Hoje não chega a 15%” - finaliza a empresária.

Já para o ramo de veículos a coisa está mais precária já que esse ramo foi o que foi o mais afetado, pois com o Departamento Estadual de Trânsito fechado como está sendo  confeccionar os documentos de veículos novos que já estão rodando na praça, segunda via de documentos, placas, exames de vista e psicotécnicos.

 Todos esses segmentos foi prejudicado por causa da Covid 19 e, segundo o governador do Acre,  Gladson Cameli,  o isolamento social foi prorrogado  até o dia 15 de abril.

Para o empresário Thiago Machado é preciso ter uma solução emergencial para que seja resolvido, o mais depressa possível, esse problema.

 Thiago Machado gravou um vídeo  nossa redação falando da crise que esse setor está passando. `

Veja o vídeo.


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