Diante da pandemia, prefeito de Manaus diz que “vai começar a rezar”

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Veja também a evolução da Covid-19 em São Paulo e no mundo

Foto: /ABr/VEJA/VEJA

O avanço da Covid-19 na Região Norte faz a cidade de Manaus enfrentar uma série de problemas, como a falta de estrutura e leitos nos hospitais, de profissionais de saúde e o aumento no número de sepultamentos em meio à epidemia.

Até agora, são 2.160 casos e 185 mortes causadas pela doença no Amazonas. Diante da situação, o prefeito manauara, Arthur Virgílio Neto, fez uma série de pedidos ao vice-presidente Hamilton Mourão em reunião e confessou que vai "começar a rezar". A Região Norte concentra 10,1% (4.109) dos pacientes com coronavírus e 6,1% (249) dos óbitos registrados no Brasil, de acordo com o último balanço do Ministério da Saúde.
Redução da quarentena em SP
O governador de São Paulo, João Doria, vai divulgar na quarta-feira um plano para reduzir a quarentena  em todo o estado a partir de 11 de maio, quando termina o decreto que determinou a paralisação de serviços não essenciais. Segundo o tucano, as medidas de abertura vão levar em conta os índices de disseminação da Covid-19, a situação do sistema de saúde e o distanciamento social. São Paulo concentra o maior número de infectados (14.580) e mortes (1.037) no país. Foi pensando nisso que o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, priorizou agilizar o sistema de testagem na capital paulista. Teich anunciou ainda, em vídeo, que prepara uma saída "progressiva, estruturada e planejada" da quarentena.
Apesar de já ter registrado mais de 100 mil mortes, a Europa começa a observar os primeiros sinais de respiro em meio à pandemia. Países mais atingidos do continente, Itália e Espanha tiveram redução no número diário de óbitos, de acordo com os últimos boletins. Com 7.156 casos e 181 vítimas fatais, a Noruega iniciou a reabertura das creches e pré-escolas, após cinco semanas. Fonte: Veja


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