Corona vírus não dá trégua no Brasil e no mundo

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O Ministério da Saúde confirmou a morte de 114 pessoas e 1.661 novos casos do novo coronavírus no Brasil nas últimas 24 horas. Os números são os maiores desde o início da epidemia no país. A taxa de mortalidade também subiu: de 4,6% para 4,9%. O estado mais afetado é São Paulo, com mais de 5,6 mil casos, seguido por Rio de Janeiro e Ceará. Já no país mais atingido pela doença, os Estados Unidos, foram 1.970 óbitos em apenas um dia, sendo 731 no Estado de Nova York, que bateu o recorde diário . Apesar disso, o governador Andrew Cuomo afirmou que as hospitalizações estão se estabilizando e que isso pode ser um bom sinal. No país inteiro, o total de casos passa de 400 mil. Mesmo assim, o presidente Donald Trump ameaçou suspender a contribuição dos EUA à OMS, por entender que a organização cometeu uma série de erros e está "muito centrada" na China.
A POLÊMICA DA HIDROXICLOROQUINA
Mesmo sem ter sua eficácia comprovada, a hidroxicloroquina é defendida por Jair Bolsonaro como forma de combater o novo coronavírus. A insistência no tema transformou o remédio em uma "arma ideológica"  do bolsonarismo nas redes sociais. Um exemplo: o próprio presidente questionou na terça se o médico David Uip, integrante da equipe do desafeto João Doria, havia tomado o medicamento em seu tratamento contra o vírus. Apesar da pressão do Planalto, Luiz Henrique Mandetta resiste a recomendar o uso geral da cloroquina. A droga vem sendo administrada a pacientes graves e críticos em alguns hospitais e o ministro declarou que cabe a cada médico, “com base em suas convicções”, prescrever ou não o remédio nas fases iniciais da doença e se responsabilizar por isso. Enquanto os estudos científicos continuam, o debate ainda está longe do fim. Fonte: Veja

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