Petrobras cai 28,3% e puxa lista de perdas na Bolsa; leia relação de empresas


O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo fechou esta 2ª feira 9,  aos 86.067 pontos depois de desabar 12,17% e registrar o pior pregão do século 21. O patamar atual é o menor desde 27 de dezembro de 2018 –antes, portanto, de Jair Bolsonaro assumir a Presidência.
As quedas generalizadas que atingiram a B3 e Bolsas de todo o mundo foram consequência de pânico no mercado devido à guerra de preços entre países produtores de petróleo após negociação com a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) falhar.
A Petrobras foi a empresa que mais perdeu. As ações da estatal petrolífera caíram 28,3% e soma variação negativa de 48,3% desde o início do ano. A empresa perdeu R$ 91 bilhões em valor de mercado somente nesta 2ª feira (9.mar), de acordo com cálculos da Economatica.
A queda na Bolsa também puxou para baixo o valor de mercado de empresas de outros vários setores da economia.
De acordo com dados da XP Investimentos, no setor de alimentos e varejo, 1 dos tombos mais acentuados foi o da Via Varejo –queda de 17,1%. Na variação anual da empresa, houve queda de 14,2%. Seguiram a baixa nesta 2ª feira a JBS (-14,6%), a Perdigão (-14,2%) e a Magazine Luiza (-12,6%).
No setor financeiro, o BTG Pactual teve uma das maiores desvalorizações: -18,1%. O banco foi seguido por Banrisul (-12,1%), Banco do Brasil (-11%) e Santander (-10,4%). Por Poder 360

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