Justiça eleitoral da Bolívia marca eleição presidencial para 3 de maio


A eleição para a escolha de um novo presidente para a Bolívia será realizada no dia 3 maio. O anúncio foi feito pelo Tribunal Superior Eleitoral daquele país.
Os bolivianos foram às urnas em outubro de 2019, mas o pleito foi anulado por acusações de fraude depois de o então presidente, Evo Morales, ter sido reeleito no 1º turno. Evo foi proibido de participar da nova eleição.
A crise política culminou na renúncia de Evo e no seu exílio no México e, posteriormente, na Argentina. No dia 10 de novembro do ano passado, membros da antiga composição da Corte eleitoral boliviana foram presos por suspeitas de fraude no processo de apuração da eleição.
Na madrugada do dia 19 de dezembro, a Assembleia Legislativa do país elegeu 6 novas autoridades com a missão de convocar novas eleições gerais: Daniel Atahuachi, María Angélica Ruiz, Óscar Hassenteufel, Francisco Vargas, Rosario Baptista e Nancy Gutiérrez.
A Bolívia segue sendo conduzida pela autoproclamada presidente interina, Jeanine Áñez. Ela assumiu o cargo depois de debandadas na linha sucessória por parte de outras autoridades que deveriam, de acordo com a Constituição do país, assumir o posto que ficou vago com a renúncia de Evo.
Áñez disse que seu governo está ciente da urgência de realização de novas eleições no país e garantiu que o processo será transparente.
Fonte: Poder 360

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