Não há mal que nunca se acabe

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Márcio Accioly

No último mês de agosto, o presidente Bolsonaro acusou ONGs de estarem por trás do incêndio que dominou parte da Amazônia. Foi um Deus nos acuda! “Sem provas”, vociferaram. Imediatamente, jornais desmoralizados como a Folha de S. Paulo, o Globo e outros (inclusive a revista Veja), disseram que eram acusações vazias e precipitadas.

Três meses depois, no dia 26 de novembro, a Polícia Federal deflagrou a Operação Fogo do Sairé e prendeu quatro voluntários das ONGs Brigada de Incêndio de Alter do Chão e do Projeto Saúde e Alegre, vejam só. Eles são acusados de tocar fogo na Amazônia, naquele episódio em que acusaram Bolsonaro de estimular esse tipo de ação.

Depois que perderam os recursos financeiros oriundos dos impostos, seguidores de Stálin e “forças progressistas” não param de agitar e inventar maneiras de tumultuar o governo. São depravados, pervertidos que merecem a lei de segurança no lombo. Mentem e procuram destruir o país em detrimento dos interesses da maioria.

A forma de agir já é bem conhecida de todos e não mais consegue enganar. O episódio lembra fato ocorrido há muitos anos, envolvendo o príncipe Philip da Inglaterra. Quatro meses antes de fundar e ser presidente da WWF – World Widelife Fund -, o marido da Rainha Elizabeth fez um tour pela Índia e pela África.

Naquela viagem, colocaram um porco do mato para atrair um dos mais belos espécimes da terra, o tigre, para que Sua Alteza Real exercitasse o prazer de matar. E ele não perdeu o tiro. Aliás, não perdeu vários tiros: matou também dois crocodilos, porcos selvagens e veados. Ceifou, ainda, a vida de coelhos, patos e faisões. Que farsante!

Um homem que supostamente deveria cuidar da preservação animal! Saiu da Índia e foi para a África, onde matou com o rifle uma elefanta que estava com a cria pequena de lado. Todos sabem que se a mãe elefante morrer, os filhotes são abandonados pela manada. E são mortos por predadores que estão sempre por perto.

Philip, como preservacionista, deu verdadeira aula de novilíngua, termo criado por George Orwell em seu livro “1984”. O tabloide britânico Daily Mail publicou, certa feita, que o marido da rainha possui uma das mais altas taxas de matança do mundo animal dito irracional. No entanto, foi presidir ONG de preservação... animal!

Aqui, os esquerdistas, afastados dos cofres públicos, armaram tudo de forma cuidadosa. Eles são mestres em armações: prova disso foi a denúncia apresentada contra Bolsonaro, no Tribunal Penal Internacional, por “crimes contra a humanidade” e “incitação ao genocídio de povos indígenas”. Orquestração milimétrica.

Falta, agora, o Ministério Público tomar providência e pedir prisão preventiva para o ex-presidente Luís Inácio, por incitar a violência e fomentar tumulto. Ele já possui duas condenações. O país está melhorando e as medidas equivocadas que o STF vem tomando geram enorme insegurança e desarrumam qualquer organização.

O STF terá de mudar. Não há quem deseje de volta as invasões do MST e os desmandos bilionários. É preciso colocar, sobretudo, os bandidos na cadeia.


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