Os dramas de cada dia - por Cássio Rizzonuto

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A Rede Globo de Televisão é useira e vezeira na insistência de querer mudar a história à força. Como no livro de George Orwell, “1964”, ela reformula a narrativa de acordo com seus interesses. Nascida com o movimento de 64, agora se especializou em chamar o regime militar (1964-85), de “ditadura”. Como se nunca o tivesse servido.

A Globo se especializou, também, em entregar mentiras como se fossem verdades. E nunca aprendeu a recuar. O presidente Bolsonaro acertou em cheio quando afirmou que a TV Globo “destrói a família brasileira”. Nenhuma emissora de TV, em nenhum país do mundo, dispõe do poder a ela concedido.

Elaborada e produzida por maioria esquerdista, seus jornalistas colocaram em prática o “marxismo cultural”, formulado por Gramsci, transformando o país num bordel de quinta categoria. Triste da criança que for “educada” pela programação da Rede Globo. Não se sabe o porquê de não ter colocado, ainda, sexo explícito em suas novelas.

Mas falta pouco! Ao longo dos anos, a Vênus Platinada tem se esmerado em anestesiar a sociedade brasileira, impondo padrões e valores que nada têm a ver com as diferentes regiões. Quem quiser saber a canalhice e pouca-vergonha de sua programação, basta assisti-la especialmente no período vespertino. Ver o meretrício que é “Malhação”.

Num país de pessoas conscientes e sérias, não seria possível existir programação tão imunda, pesada, desmoralizante e cheia de libertinagem como a que nos é infligida todos os dias. Patrocinada, desde a criação da emissora, com o dinheiro público! Não é questão de se defender a censura, mas de se buscar a preservação da família e da pátria.

Os salários milionários pagos pela Rede Globo saíam dos cofres públicos. O desespero bateu, depois da eleição de Bolsonaro e ela agora está reduzindo gastos. Pode-se dizer o que quiser do atual presidente, mas tudo vem melhorando gradualmente: saúde, segurança e a economia de forma geral.

O pacote enviado pelo ministro Sérgio Moro (Justiça), contra a violência, foi todo desfigurado, mas a Câmara já fala em discuti-lo. Os deputados, de maneira geral, não querem aprovar restrições ali existentes: boa parte deles pratica crimes todas as horas e não deseja elaborar leis que os levem à prisão. Essa é a maior dificuldade.

Basta ver a planilha da Odebrecht e verificar os apelidos: “Botafogo”, “Índio”, “Ferrari”, “Decrépito”, “Lento” e por aí segue. Como é que se pretende aprovar propostas moralizantes contando com o apoio de tais meliantes? Alguns foram derrotados nas urnas, embora muitos dos que se elegeram os tenham substituído à altura.

Todos sonham com melhorias num estalar de dedos, já que os desmandos se instalam com muito vagar, causando frenesi. A Argentina optou pelo “milagre” e colocou de volta o esquema de roubalheira que se pensava ter afastado com a eleição de Maurício Macri. Esperem só um pouco para ver o que vai rolar. Está no caminho da Venezuela.

O Brasil só conseguirá se libertar quando não mais tiver emissora com a linha pornográfica da Rede Globo. Quando tiver leis que aprisionem criminosos e os obriguem a cumprir pena até o fim. Quando tiver um STF que não seja vitalício (para impedir formação de quadrilhas) e quando investir em suas crianças, retirando-as das ruas.

O que tem nos livrado de muito mal é a internet e suas redes sociais. Hoje, sabe-se de tudo o que acontece seja de que lado for. Não é tarefa pacífica a construção de uma nação. É trabalho cuidadoso que tem de ser realizado todos os dias.


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