Bolsonaro parte para o confronto na Assembleia da ONU

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O presidente Jair Bolsonaro discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU, e refletiu sobre o papel da própria Organização que reúne as Nações do globo. Bolsonaro afirmou que estava ali para apresentar um novo Brasil que ressurge dentre os danos causados pelo socialismo. O presidente lembrou que recebeu uma “situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e ataques ininterruptos aos valores religiosos que formam nossas tradições”.
Bolsonaro lembrou que o governo anterior utilizou um sistema de verdadeira escravidão, no caso dos médicos cubanos, e que essa exploração humana teve o apoio de organizações de “direitos humanos” e da própria ONU. O presidente afirmou que os mesmos mecanismos de escravidão e uso de agentes cubanos foi utilizado na Venezuela, que sucumbiu ao socialismo. Bolsonaro alfinetou: “Outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo. O socialismo está dando certo na Venezuela. Todos estão pobres e sem liberdade”.
Bolsonaro rebateu a campanha de desinformação sobre a Amazônia, apontando os interesses econômicos por trás da campanha, e afirmou: “Os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional despertaram nosso sentimento patriótico”. O presidente apontou as falácias utilizadas pela mídia e por governos para atacar a soberania brasileira, leu uma carta das comunidades indígenas em apoio a seu governo, e lembrou que a função da ONU é de reunir e respeitar nações independentes. Bolsonaro disse: “A ONU teve papel fundamental na superação do colonialismo e não pode aceitar que essa mentalidade retorne a estas salas, sob qualquer pretexto”.
Bolsonaro convidou a todos a virem conhecer o Brasil e ver com seus próprios olhos a preservação ambiental e os esforços para a reconstrução da nação. Lembrando que o país foi dominado por um grupo que utilizou dinheiro da corrupção para comprar parte da imprensa e do Congresso e que aparelhou o governo, a imprensa, as universidades e as escolas, Bolsonaro reafirmou o compromisso do Brasil com a proteção de direitos fundamentais e com a liberdade de expressão, e apontou: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias. Esta é a ONU e assim deve permanecer. Estejam certos de que poderão contar com este novo Brasil que aqui apresento a todos os senhores”.
Por Rafael Tadeu NB

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