Cusparadas e Baixarias - Por Márcio Accioly

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Márcio Accioly

Em 2014, na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty -, o cartunista Jaguar testemunhou Chico Buarque dando cusparada na cara de um dos maiores gênios já produzidos neste país, Millôr Fernandes. Chico Buarque, grande compositor, odeia ser contrariado. Ao ser, perde a esportiva. Coisa de menino rico.


Cuspir nos outros parece ser padrão referencial das esquerdas. Canalhas menos votados do que o comunista de grife, Chico Buarque, tais como o ator canastrão José de Abreu e o homossexual Jean Wyllys, são useiros e vezeiros nessa prática. Abreu já cuspiu num casal dentro de restaurante.

Já o líder homossexual, acusado de vender mandato de deputado federal, não aceitava ser contestado no plenário: dava chilique e desatava a expelir saliva. Eles se dizem defensores dos direitos humanos e “democratas”, mas cultuam Fidel Castro e o morto fedorento Che Guevara, que implantaram regime criminoso e bárbaro em Cuba.

Num país onde a maioria desiste de viver consciente a respeito de absurdos, e que falar em livro é como insultar a mãe alheia, milhões de iletrados e manipulados defendem essas figuras e a elas se aliam. Algumas migalhas contentam.

Quando, a partir de 1985, o país começou a ser redemocratizado, a Constituinte de 86 abrigou artigos impraticáveis, gerando leis de cunho esquerdista, beneficiando defensores da ditadura do proletariado. Espécie de compensação. Dessa forma, anistiados e ex-presos políticos passaram a ser indenizados.

Diante de tal absurdo, Millôr Fernandes, que recusou reivindicar indenização, disse que acreditava que os esquerdistas preparavam uma revolução, mas, na realidade, era mero “investimento futuro”. A maioria recebeu somas generosas, arbitradas por ex-parceiros que galgaram posições poderosas nos governos ditos “de esquerda”.

Se os esquerdistas escarram e cospem abertamente na cara dos que os contrariam, que fariam se tivessem instaurado ditadura completa como em Cuba, ou na Venezuela? O que fariam num prédio fechado com os seus adversários presos e à disposição?

O gosto da maioria dos esquerdistas pelo imundo e pelo bizarro é consenso geral. Recentemente, na ABI – Associação Brasileira de Imprensa -, foi prestada solidariedade ao “jornalista” Glenn Greenwald, o Verdevaldo, vigarista pegajoso que quer soltar o ex-presidente Lula da Silva e, se possível, prender Sérgio Moro.

Liderada por Chico Buarque e estrelas da Globo, como Camila Pitanga, o evento aconteceu antes de ser divulgado que Verdevaldo produziu vídeos pornôs com jovens de favelas do Rio, cujos salários seriam acrescidos se não fosse utilizada qualquer proteção.

Mais: o marido de Verdevaldo, Davi Miranda, hoje deputado, vendia drogas pessoalmente em boates. No Brasil, os dois adotaram duas crianças alagoanas como “filhos”. Para fazer o quê? Quem quiser ver vídeos e descobrir as tramoias do casal, visite este endereço: http://www.agoraparana.com.br/noticia/deputado-david-miranda-era-garoto-de-programa-e-vendia-drogas-em-boate-gay-no-rio-de-janeiro

Como é que se quer dar crédito a “casal” de canalhas como tal? Já imaginaram situação inversa? Se os apontados fossem Sérgio Moro, Bolsonaro ou algum de seus filhos? A imprensa massacraria todos os dias. Mas, não se tem como esconder tanto horror! Resgatem as crianças adotadas por esses tarados. Prendam Verdevaldo!
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