A INTRIGANTE DECLARAÇÃO DE FAWCETT E A ESTRANHA SEMELHANÇA ENTRE OS GEOGLIFOS DO ACRE E OS ACHADOS ARQUEOLÓGICOS DOS VIKINGS - Por Edinei Muniz

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Por Edinei Muniz 

O explorador inglês Percy Harisson Fawcett, contratado em 1906 pelo governo boliviano, com a chancela da Realeza Britânica, para atuar no trabalho de demarcação da fronteira entre o Brasil e a Bolívia - desaparecido desde 1925 após iniciar expedição em busca da misteriosa cidade perdida da Amazônia - prestou declarações extremamente intrigantes à imprensa em 1909.

Fawcett disse, apontando fontes, que suspeitava da passagem pela Amazônia de "índios brancos", concentrados  especialmente na região do Acre. A informação consta no Jornal "A Federação", de 30 de junho de 1910. 

Segundo Fawcett, que tinha conhecimentos de Arqueologia e Antropologia, a região pode ter sido habitada por indígenas brancos que poderiam ter cruzado os mares antes de Cristóvão Colombo. 

No caso, segundo ele, hábeis navegadores vindos da Irlanda e da Escandinávia. A região citada, de acordo com informações históricas já comprovadas por arqueólogos, registrou a presença, dentre outros, dos Vikings, os mais habilidosos navegadores que se tem notícia, cujos registros inclinam para uma forte tendência à exploração territorial pelos mares e rios.

O mais intrigante de tudo é a estranha semelhança que há entre os vestígios arqueológicos das fortalezas dos Vikings - achados por arqueólogos na região citada por Fawcett - e os geoglifos do Acre. 

Além de grandes navegadores, os Vikings eram mestres no uso da madeira. Por falarmos em madeira, arqueólogos brasileiros afirmaram recentemente que populações indígenas antigas da Amazônia faziam uso da madeira para alguma finalidade que não se sabe ao certo qual seria. 

Viagem minha? Não!  Quem afirmou foi Fawcett, o verdadeiro Indiana Jones.

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