A melhor de Trump - Por Márcio Accioly

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Por Márcio Accioly, de Brasília

A CNN passa o dia atacando Donald Trump. Procura mínimos detalhes para derrubar sua candidatura à reeleição (em 2020), e o próprio presidente ajuda à emissora, pois é falastrão que vive a derramar idiotices. Mas a melhor de Trump foi essa:

A jogadora Megan Rapinoe, integrante da seleção de futebol feminino (campeã mundial), e militante gay, vive às turras com Trump. Perguntada se iria à Casa Branca falar com o presidente depois da Copa (caso o time fosse convidado), respondeu que não cumprimentaria Donald Trump.

Ele, então, afirmou que ela teria de descobrir, primeiramente, se ele desejaria cumprimentá-la. As provocações continuaram e uma repórter da CNN perguntou a Trump o que ele achava de provocação posterior da jogadora que o acusou de “racista”.

Veja bem, respondeu Trump, “eu não quero polemizar com Rapinoe porque nós temos pelo menos uma coisa em comum e não vale a pena brigar com quem se tem coisas em comum. Eu gosto de mulher e ela, também”.

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