Quem é contra a reforma da Previdência Social não é contra o Brasil - Por Júlio César Cardoso

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Defendi a candidatura de Jair Bolsonaro, mas nem por isso sou obrigado a aceitar algumas medidas equivocadas de sua forma de governar.

Quem é contra a reforma não é contra o Brasil. Devagar como o andor!

Por que as causas que levaram a Previdência Social ao suposto déficit não são mostradas e os seus  responsáveis  são omitidos? Por que não abrem a caixa-preta previdenciária para a sociedade conhecer a origem do rombo e os seus responsáveis? Os responsáveis administrativamente e os governos que autorizaram o desvio de recursos da Previdência para outras finalidades vão ficar impunes? Por que os grandes devedores da Previdência Social não pagam a Previdência e contam com a benevolência das políticas governamental.

Por que o presidente Bolsonaro não se preocupa com o enxugamento das despesas públicas de Brasília, que consomem nos Três Poderes da República todo o dinheiro da nação?

Por que a Previdência Social agora é eleita a mãe de todas as mazelas do descontrole das contas públicas? Vamos falar sério e deixar de enganar a sociedade. 

O trabalhador previdenciário não pode pagar sozinho os descaminhos de políticas irresponsáveis, que administraram mal o dinheiro da Previdência Social até o presente. 

A reforma é necessária, mas tem que ser realizada em todas as áreas dos Três Poderes e não somente de solavanco na Previdência Social.

Esperava-se que o governo tivesse pronto um projeto alicerçado em plataforma de estudos a ser aplicado no curto, médio e longo prazo, mas não foi isso que vimos!

O governo deveria ter apresentado ao Congresso, como demonstração de sua seriedade,  um único pacote contemplando as reformas da Previdência civil e militar, Tributária, Administrativa, da Segurança pública, Educacional e Política, se de fato tivesse pré-elaborado um plano de governo  eficiente para presidir o Brasil.  

Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC





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