BANCO MUNDIAL PRECISA DESCONTAR SUA PARTE NA CULPA E MUDAR OS TERMOS "/ Por Edinei Muniz

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Guedes precisa ofertar a margem possível de crédito a quem pode receber crédito, como é o nosso caso. E o Banco Mundial precisa nos garantir capacidade de diálogo com outros setores produtivos para que tenhamos espaço para a chegada de dinheiro novo atrelado a boas expectativas de retorno.
O credor não pode desejar a morte do devedor. E nem pode interferir ou querer guiar o poder político vencedor que optou por seguir noutra direção. Não ignoramos a questão ambiental. O que não se admite - e nisso Ricardo Salles, do Meio Ambiente, está certíssimo, -  é seguir permitindo que o dinheiro 'abunde' nas diretorias das ONGs e falte nas comunidades. E não podemos seguir escravos da displicência do banco, que é nosso maior credor, revelado de modo flagrante, na forma de desleixo, no acompanhamento da execução dos contratos.


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