UM ERRO PRIMÁRIO DE GLADSON: MONTAGEM DA EQUIPE DE ASSESSORES ESPECIAIS!

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"O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”. (Maquiavel).

Por Edinei Muniz 

Nos primeiros 100 dias à frente do governo, duas verdades, de tão evidentes, mostram-se incontestáveis em relação a Gladson. 

PRIMEIRA VERDADE: Gladson precisa de assessoria forte! Aliás, como todo mundo. 

SEGUNDA VERDADE: Gladson não recebe assessoria satisfatória! 

E por quê Gladson é tão INASSESSORÁVEL? 

MOTIVO NÚMERO UM: a personalidade do Gladson o isola neste aspecto, já que o mesmo carrega consigo forte tendência à autossuficiência. 

Tal vício é grave, mas é possível que a dureza da realidade o mude. 

MOTIVO NÚMERO DOIS: o segundo motivo é de natureza política e foi agravado pela despreocupação que o motivo número um provoca. 

Gladson, segundo a lei que reformulou a estrutura administrativa, tem à sua disposição dez ASSESSORES ESPECIAIS. 

O número, se bem utilizado, seria mais que suficiente. Ocorre que, na prática, não é bem assim. 

E onde está o erro? 

O erro está no fato do Gladson ter preenchido tal quadro (dez assessores) visando 'contemplar aliados' quando deveria ter pensado em si. 

Não é por outra razão que pelo menos 60% do quadro de assessores especiais encontra-se preenchido por pessoas que não ofertam LEALDADE PRIORITÁRIA a Gladson. 

Em síntese: a lealdade que Gladson recebe por parte da sua equipe de ASSESSORES ESPECIAIS é de segunda classe, já que, pelo menos 60% dos indicados para tal cargo devem lealdade integral a quem os indicou. 

E o pior: alguns dos indicados já estão com data marcada para transformarem-se em adversários políticos.

Preciso dizer mais? Preciso citar os nomes? Desnecessário!

Sacaram? Agora juntem as duas verdades e mexam bem. Resultado: UM GOVERNADOR PESSIMAMENTE ASSESSORADO.

Advertência: não confundir assessores com tarefeiros. Estou falando em capacidade de bater cabeça e pensar os rumos do governo.

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