NOVA OPOSIÇÃO EXPRESSA PLURALIDADE COORDENADA E ANUNCIA ENCERRAMENTO DO CICLO DE POLARIZAÇÃO

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Por Edinei Muniz 

Os primeiros rabiscos do desenho da nova oposição, onde o principal espelho é o parlamento, já evidenciam traços e sinais claros de encerramento do 'ciclo de polarização' que já se arrastava há anos no Acre. 

A nova oposição, além de juntar os bons atributos pessoais individuais dos seus líderes, mostra-se mais ampla e com forte tendência à intervenção coordenada, expressa na forma de divisão de tarefas, bom toque de bola e subidas em bloco ao ataque. Ataques, ressalte-se, não raro, cirúrgicos e fatais! 

Do quinteto entrincheirado mais à frente, no campo das qualidades individuais, destaca-se o elevado poder de decisão, temperado por forte espírito de combatividade vindo de Roberto Duarte; a experiência e o calculismo extremo de Edvaldo Magalhães; a sabedoria budista de Genilson; a sensatez republicana de Zen e a vontade e a inquietude de Fagner Calegário. 

Em poucos meses, ou até dias, será difícil olharmos para tais personagens sem percebermos a presença dos demais prontamente perfilados ao lado. 

Devem organizar-se sem que uns sejam sombras ou apenas luzes dos outros. E sim como um bloco de artilharia política unificado, eficaz e com forte tendência à auto coordenação, potencializado pelo amplo poder de atração que provocarão frente aos demais pares. 

Ou seja: com imenso poder de trânsito, arranjos e permeabilidade política. E será desse poder que o clima de polarização logo será página virada na história política acreana. 

Farão um bem imenso ao Parlamento.


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