Os “santos” de esquerda



Márcio Accioly
(07/03/2019)

Em 1964, quando tomaram o poder para impedir que criminosos de esquerda mergulhassem o país na anarquia que ora nos aterroriza, os militares cometeram o erro de permanecer além do prazo, largando o osso, apenas, 21 longos anos depois.

Queimaram o próprio filme, abrigando ladrões como Delfim Neto e Paulo Maluf, além de terem perdido o controle nas divisões internas que praticamente os expulsaram dos postos. Espera-se que não repassem velhos pecados agora. O mundo mudou, e para muito pior. Estamos numa encruzilhada de graves desafios.

O Brasil é país de maioria analfabeta e desinformada. Dominado por mídia irresponsável e oportunista, através da liderança de grupo que, suprema ironia, nasceu nas entranhas do regime militar de 64. Num país de cultura oral, onde quase ninguém lê (as livrarias estão todas falindo), a Rede Globo de Televisão deita e rola.

Através de sua maior potência, a televisão, o Grupo Globo impôs padrão cultural, fez presidentes, governadores e os afastou quando não mais interessavam. Pendurou-se no orçamento da União e sacou do governo somas fabulosas originadas nos impostos que ora teme perder com Jair Bolsonaro.

E a TV, que criou programação de sexo quase explícito (com novelas imundas) bem como o maior esquema de pornografia que se poderia jogar nos lares de Norte a Sul, surge a denunciar vídeo em que o atual presidente expõe miséria sexual do Brasil, transformado depois de quase 60 anos de Rede Globo. Às vezes, ela age como “moralista”.

Mas o pior de tudo é que a minoria da imprensa, que deveria defender valores morais, caiu no jogo da emissora e passou a atacar Bolsonaro. Ora, se o presidente não mostrar o horror comportamental de nossa sociedade, quem irá fazê-lo? A Rede Globo? A principal responsável?

Os brasileiros têm tomado conhecimento pelas redes sociais de crianças dançando funk e balançando o traseiro em salas de aula, estimuladas por professores semianalfabetos e esquerdistas. Isso, a TV não mostra! São poucos os casos exibidos de agressões em salas de aula, com alunos esbofeteando professores.


Já ninguém comenta “espetáculo” teatral em que grupo de “atores” circulava, totalmente nu, cada qual enfiando o dedo no orifício anal do que se encontrava à frente. E que dizer das meninas envolvidas em “demonstração artística”, na qual um adulto sem roupa é por elas tocado e segura suas mãos? 

Em 1985, quando o desmoralizado José Sarney assumiu a Presidência, ouviram-se palmas no momento em que o então ministro da Justiça, Fernando Lira, anunciou estar “extinta a censura no Brasil“. Pois a censura teria de ser aplicada nos casos acima citados, ou os rigores de legislação penal adequada. Não há como fugir disso.


Que dizer da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), defendendo a prática do incesto em discursos na Câmara? Os esquerdistas que assumiram o país, em 85 (ano de saída dos militares), colocaram em prática todas as teorias marxistas, inclusive a pregação do ideólogo italiano Antônio Gramsci e criaram este país em que vivemos.

Tudo isso com o auxílio de “companheiros” bem instalados na Rede Globo, ganhando salários astronômicos, em detrimento da formação de um país de canalhas, analfabetos, desmoralizados e cretinos. Eles não estão preocupados: esse é o objetivo.

Há de se mudar a legislação penal, de se meter na cadeia os transgressores, de se fazer com que as penas aplicadas sejam cumpridas. Mas é preciso que se impeça, acima de tudo, que uma emissora de TV domine a programação de um país do extremo Norte ao extremo Sul. A Rede Globo é a principal culpada de nossa derrocada.


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