Petecão reclama do silêncio e da ausência de Cameli

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Quem não se comunica...
O senador Sérgio Petecão, reeleito com larga margem de votos nas últimas eleições, anda reclamando, pelos quatro cantos do Senado, do silêncio e da ausência do governador eleito Gladson Cameli. Diz ele que não sabe mais o que dizer para a militância do PSD que tanto lutou pelo sucesso de Cameli.
* “Tive que me ausentar do Acre por alguns dias para aguardar por ele. Afinal de contas, o homem é o governador eleito do Estado. Minha tropa acha que ter muito voto é demonstração de prestígio, de força e respeito” – escreveu Petecão na rede social.
A poucos passos
E, olha que o gabinete dos dois senadores são bem próximos. Eles estão localizados na mesma ala: senador Rui Carneiro. O do Gladson é o de número 14; e o do Petecão é o 21.
Nas alturas
A ideia da cobrança das bagagens para a redução dos preços das passagens aéreas foi mais uma enganação por parte das empresas e da Anac, a nossa agência reguladora. Chegou o fim de ano, festas, verão e, para qualquer lugar que se queira ir, as tarifas são exorbitantes e assustadoras.
Turismo?
E, para piorar a situação, os combustíveis também estão nas alturas e não tem como pegar a estrada sem desfalcar o orçamento. E ainda fica o Ministério do Turismo gastando rios de dinheiro em publicidade para incentivar o brasileiro  a explorar o Brasil.
* Tem como?
Indulto generoso
Não tem cabimento mais premiar ladrões, estupradores, corruptos, pedófilos e marginais em geral com o “bendito” indulto natalino. Está passando da hora de acabar com leis          que beneficiam bandido. O brasileiro de bem agradece e não se comove nem um pouco com a deslavada lei do indulto.
Vende-se
Segundo o colunista Lauro Jardim (O Globo), o Ministério Público de São Paulo colocou em seu radar a venda de 862 garrafas de vinho pertencentes à adega do ex-deputado Paulo Maluf (PP-SP). O valor estimado do lote é US$ 3,8 milhões (cerca de R$ 15 milhões), sendo o pagamento apenas em espécie como exigiu o ex-parlamentar.
Auxílio-moradia
Associações de categorias ligadas ao Poder Judiciário discutem formas para recuperar, ao menos em parte, perdas que teriam sido provocadas pelo fim do auxílio-moradia e cogitam a criação de um benefício adicional, com a justificativa de compensar a redução de valores nos vencimentos dos servidores.
* Caso avance, a sugestão deve ser levada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Frase
“O que nós podemos ter, como uma regra de transição pelo menos, é algum tipo de pagamento de auxílio que complementasse as despesas, para pelo menos manter a irredutibilidade dos valores”, - do presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes.


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