G 20: Brasil e Argentina querem buscar mais acordos internacionais; diz Macri

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou a jornalistas que tanto seu país, como o Brasil, querem se abrir ao comércio internacional e buscar mais acordos internacionais por meio do Mercosul. "Demos conta de que nos equivocamos e que os países que se abriram nos últimos 20 anos são os que mais cresceram, muito mais que Argentina e Brasil", afirmou após o encerramento do G20. 
Macri diz esperar que avancem as negociações que o Mercosul tem em curso, que inclui possíveis acordos bilaterais com União Europeia, Canadá, Cingapura e Japão. "Há várias negociações abertas", disse ele. Mais cedo, o primeiro ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, teve reunião com Michel Temer e falou da intenção de seu país de um acordo bilateral com o Mercosul.
Macri encerrou o G20 em cerimônia que transmitiu a presidência rotativa do grupo para o Japão, que será sede das reuniões de cúpula em 2019 e escolheu a cidade de Osaka para sediar os encontros. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, participou da cerimônia. 
As reuniões no Japão já têm datas definidas. A principal delas é a de cúpula, marcada para os dias 28 e 29 de junho, e deve contar com a participação do Jair Bolsonaro (PSL), a primeira do presidente eleito em encontros do G20. Já os ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais vão se reunir um pouco antes, em 8 e 9 do mesmo mês. "O G20 foi um momento de enorme responsabilidade", disse Macri na cerimônia. 
Somente na Argentina foram mais de 80 reuniões este ano. No ano passado, a presidência do grupo foi da Alemanha e a reunião de líderes foi na cidade de Hamburgo, marcada por uma série de protestos. Em Buenos Aires, a reunião foi realizada em local afastado do centro, mas houve protestos na praça em frente ao Congresso. A informação é de Época Negócios.


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