Tião: “procurem emprego em meu nome”

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Na Repac   

Dizem que lá pelos lados da Representação do Acre em Brasília muita gente anda preocupada com a mudança de governo. Temendo perder os cargos indicados pelos sucessivos governos petistas, alguns teriam pedido o apoio do governador Tião Viana para conseguir alguma coisa.

* Resposta do governador: “podem procurar os deputados e senadores eleitos em meu nome”.  Pelo que se vê a situação deles ficou complicada. Na próxima legislatura o PT do Acre não terá representação na Câmara e nem no Senado.  

Horário de verão

Adorado por muitos, odiado por outros tantos, o “bendito” horário de verão é polêmico em muitos aspectos. Alguns reclamam de ter que acordar quando ainda está escuro, mas muita gente comemora porque pode voltar para casa no fim do dia ainda com sol, e quem sabe até curtir uma praia ou um happy hour com amigos.
* O certo é que ele é chato, longo e esquisito, ah, isso é. E, para muita gente não causa tanta economia assim.
Moro

A escolha do juiz Sérgio Moro para o superministério da Justiça deixa em polvorosa os bucaneiros dos cofres públicos.

Moro e Lula

De acordo com a colunista Denise Rothenburg, do Correio Braziliense, o ex-presidente Lula não pretende deixar de fazer suas considerações eleitorais quando for prestar seu depoimento à Justiça este mês.

Petistas afirmam que Lula fará questão de mencionar a ausência do juiz Sérgio Moro, com quem esperava ficar frente a frente.  

Injustiçado

Chamou a atenção neste feriadão a declaração do ex-deputado petista Paulo Delgado sobre o presidente Michel Temer: “A história ainda vai reconhecer os méritos deste governo e não sõ poucos. Temer foi um injustiçado” – disse ele.

Isolando o PT 

A exemplo do que já vem ocorrendo na Câmara dos Deputados, partidos que serão oposição ao governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), articulam um bloco para isolar o PT também no Senado. O movimento tem sido feito pelo senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), irmão de Ciro Gomes, e pelo senador reeleito Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
* A ideia é formar uma “bancada” de oposição composta por Rede, PDT, PSB, PPS e PSB. Juntos esses partidos terão ao menos 13 senadores. Já na Câmara, os líderes do PCdoB, PDT e PSB voltaram a se reunir ontem para articular uma frente de oposição sem a participação do PT.
Entenda
Ao formar o bloco no Senado, os partidos reunirão um número de parlamentares maior do que o próprio MDB, o maior partido da Casa, com 12 senadores a partir da próxima legislatura. Além disso, a ideia do grupo é se diferenciar do PT, que teria uma bancada menor, de seis senadores a partir de 2019.
* O cálculo leva em conta os cincos senadores eleitos pela Rede, os quatro do PDT, e mais quatro de PSB e PPS, que contam com dois parlamentares cada. Há ainda a possibilidade de o bloco ganhar um 14.º integrante, caso o senador Reguffe (sem partido-DF) aceite convite para atuar em conjunto.
Frases

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) evitou criticar a formação do bloco, mas ironizou o viés ideológico da bancada. “É um movimento mais de centro. A gente é de esquerda”, disse.

* A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, também minimizou o isolamento do partido, mas seguiu o mesmo tom de Lindbergh. “Nós não temos problema de autoestima, somos de esquerda. Nós vamos fazer resistência. E nos momentos que pudermos estar juntos, vamos estar”, afirmou.

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