"Surpresa Eleitoral"

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Por Ednei Muniz (*)

Fomos cirúrgicos en meio a uma disputa perigosa para amadores        As passagens dos integrantes do alto clero petista para Manacapuru já estavam tiradas e marcadas já faziam quatro meses. 

Jorge e Marcus Alexandre, dado o poderio de Gladson, Petecão e Bittar, e dos nossos federais e estaduais, nunca se mostraram competitivos. 

Eu mesmo, em junho, já visualizava cenário de vitória em primeiro turno, acenando com a derrota do maior símbolo deles: o Jorge Viana. 

Eles foram ingênuos ao optarem pela perda total  incluindo a prefeitura da capital.

Desafiaram nossa força e foram varridos e reduzidos a nanicos.

Tínhamos a visão exata do quadro, enquanto eles, cegos no tiroteio, desafiavam o perigo. 

Achavam eles que repetiriamos os erros quando nossa principal estratégia sempre foi procurar acertar tirando lições do passado. 

A incapacidade de leitura do frágil "núcleo pensante" petista nos permitiu a ampliação dos espaços conquistados. 

Não existiram acasos ontem.

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