DF: Ibaneis vai para o segundo turno com Rollemberg

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A apuração dos votos para governador do Distrito Federal já contabilizou 98% das urnas e indica que o candidato Ibaneis (MDB) vai ao segundo turno. 

 Ibaneis tem 41,99% dos votos e vai ao segundo turno com o candidato do PSB, Rodrigo Rollemberg, que tem 13,94%. 

Rogério Rosso (PSD) - 11,26%

General Paulo Chagas (PRP) - 7,33%

Eliana Pedrosa (PROS) - 6,93%

Alberto Fraga (DEM) - 5,89%

Fátima Sousa (PSOL) - 4,34%

Alexandre Guerra (NOVO) - 4,17%

Júlio Miragaya (PT) - 4,02%

Guillen (PSTU) - 0,08%

Renan Rosa (PCO) - 0,00%

As eleições para o governo do Distrito Federal serão decididas no segundo turno, com disputa entre Ibaneis (MDB) e o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). O resultado da apuração foi divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no início da noite deste domingo (7).

Com 98% das urnas apuradas, Ibaneis teve 41,98% dos votos válidos. Rollemberg, por sua vez, ficou com 13,94%.

A apuração mostra ainda Rogério Rosso (PSD) com 11,26%, General Paulo Chagas (PRP), 7,34%, Eliana Pedrosa (Pros), 6,94%, Alberto Fraga (DEM), 5,89%, Fátima Sousa (PSol), 4,35%, Alexandre Guera (Novo), 4,20%, Júlio Miragaya (PT), 4,01% e Guillen (PSTU), 0,08%. Renan Rosa (PCO) não recebeu votos.

A campanha no Distrito Federal foi marcada pela disparada nas intenções de voto do até então pouco conhecido ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) regional.

Com 2% das intenções de voto em pesquisa Datafolha divulgada no fim de agosto, Ibaneis chegou a 36% no último levantamento feito antes do primeiro turno, divulgado no sábado (6). Na conta de votos válidos, que desconsidera nulos, brancos e indecisos, chegou a 40%.

Candidato pela primeira vez, Ibaneis é o mais rico na corrida pelo governo do Distrito Federal, com patrimônio declarado de R$ 94 milhões. Parte da fortuna foi investida na própria campanha - R$ 3,3 milhões até este domingo (7).

Com dinheiro na mão, convenceu o MDB a abrigar sua candidatura. Antes, ele já havia procurado o PDT, mas desistiu depois que a sigla preferiu dar prioridade à campanha de Ciro Gomes à Presidência.

Durante a campanha, se defendeu diversas vezes das críticas relacionadas ao fato de se apresentar como um candidato de renovação, apesar de ser membro do MDB e colega enrolados em esquemas de corrupção. Ele argumenta que o partido tem bons quadros e que investigados devem se resolver com a Justiça.

Tecnicamente empatado com outros candidatos na vice-liderança até a última pesquisa de intenção de votos, o governador Rodrigo Rollemberg venceu as dificuldades da campanha e foi para o segundo turno por uma pequena margem em relação ao terceiro colocado.

Com gestão criticada por adversários, o próprio candidato do PSB reconhece que não fez tudo o que gostaria no comando da capital federal. Ele atribui as dificuldades ao fato de ter assumido o governo em meio a uma crise fiscal.

Em 2015, a falta de dinheiro em caixa levou a um parcelamento de salários de servidores. Além disso, as contas da capital federal vêm repetidamente apresentando resultados negativos. No ano passado, o DF registrou déficit primário de quase R$ 1 bilhão.

SENADO

Para o Senado, a primeira vaga ficou com Leila do Vôlei (PSB), que recebeu 17,75% dos votos. Ela é ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei e faz parte da chapa de Rollemberg.

O deputado federal Izalci (PSDB) foi eleito para ocupar a segunda vaga de senador pelo Distrito Federal, com 15,33%.

O ex-governador, ex-ministro e atual senador Cristovam Buarque (PPS) não conseguiu a reeleição e ficou sem uma cadeira no Senado. Ele teve 12,06% dos votos, na terceira posição. 

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